Estrutura Corporal
PROJETO: ESTRUTURA CORPORAL
MATERNAL I E II
1º Parte
Objetivos do Projeto:
• proporcionar o conhecimento das partes do corpo, nomeando-as, higienizando-as e reconhecendo sua importância;
• exercitar a observação das características das pessoas, evoluindo no seu traçado em busca de uma representação mais fiel;
• identificar a função de determinadas partes do corpo;
• valorização e apreciação das produções em grupo;
• amenizar a postura egocêntrica desta faixa etária.
Conteúdos Conceituais:
• construção da estrutura corporal;
• cuidados e higiene com as diversas partes do corpo;
• respeito e cuidados com o amigo
Conteúdos Procedimentais:
1. Roda de conversa sobre a estrutura da figura humana: escolher um aluno para que as crianças o observem e relatem quais as partes do corpo eles conseguem observar: olhos, nariz, boca, etc.
2. Dramatização das partes do corpo, começando pelo rosto, através da brincadeira:
• Brincar com as crianças recitando o versinho, identificando os olhos, boca e nariz;
• Com a ajuda de um espelho, as crianças identificarão no próprio rosto as partes que o compõem ao som de cada verso da brincadeira;
• Pedir às crianças que, com cuidado, indiquem nos colegas as partes recitadas.
3. Desenho coletivo de um rosto: cada criança desenhará uma parte do rosto, identificando com os colegas o lugar correto de onde se encontra parte a ser desenhada.
4. Desenho do rosto de um colega da sala.
5. Roda de apreciação: cada criança apresentará seu desenho ao grupo, dizendo quem desenhou. A professora deverá questionar o desenho, perguntando detalhes como, por exemplo, onde estão os olhos, a boca, etc.
6. Roda de conversa sobre “Os cinco sentidos” (visão, audição, olfato, paladar e tato): a importância dos sentidos, como nos auxiliam diariamente, cuidados necessários e higiene.
7. Visão: utilizando papel celofane de diferentes cores, as crianças poderão apreciar o ambiente colorido.
8. Audição: recreação dirigida - brincar com as crianças de “Gato mia!”.Venda-se os olhos de um aluno que será o caçador. Cantar a músicas.
Ao som do ultimo verso, a professora indicará um aluno, que será o gato e deverá dizer “miau!”. O “aluno caçador” tentará descobrir quem de seus coleginhas é o gato.
9. Olfato: estimular o olfato com diferentes cheiros de frutas. Vendaremos os olhos dos alunos para que sintam o cheiro e tentem adivinhar qual alimento estão cheirando.
10. Paladar: as crianças degustarão diferentes tipos de alimentos, doces e salgados, com os olhos vendados. A professora questionará os alunos sobre alimentos que experimentarem: se é gostoso, se já haviam provado, em que local, e deverá adivinhar o nome do alimento
11. Culinária: escolher uma receita prática para desenvolver com os alunos. Enfocar os cheiros dos ingredientes, o estado que se encontram antes e depois de misturados, etc.
12. Tato: exploração das mãos: para que servem, quantas temos, o que vemos nas mãos, quantos dedos, higienização, etc.
13. Manusear diferentes tipos de texturas com os alunos (macia, ásperas, objetos sólidos, líquidos, etc.) e temperaturas (quente e frio).
14. Carimbo das mãos com tinta guache.
15. Exploração dos pés: Para que servem, quantos temos, quantos dedos em cada pé, higienização, etc.
16. Desenho do contorno dos pés e pintura livre.
17. Recreação dirigida: vamos brincar de “Adivinhe o que é?!”. A brincadeira consiste em o aluno, com os olhos vendados, adivinhar o nome do objeto que estará apalpando com os pés.
18. Exploração das outras partes do corpo: ombros, braços, pernas, etc. para que servem, quantas temos, no que nos auxiliam, etc.
19. Desenho coletivo de um corpo. Cada criança desenhará uma parte do corpo indicado pela professora.
20. Recreação dirigida: as crianças poderão explorar os diferentes movimentos do corpo brincando de “Estátua”. A brincadeira se inicia ao som de uma música, deverão ficar imóveis, ou seja, sem se mexerem. Variar os ritmos musicais.
21. Desenho com interferência de revista: as crianças deverão completar o que está faltando no desenho.
22. Recreação dirigida envolvendo estrutura corporal: Vamos cantar a musica “Cabeça, ombro, joelho e pé”, indicando as partes do corpo citadas nos versos.
23. Com o contorno de uma das crianças fazer um boneco de pano para ser mais um integrante do grupo. Assim que o boneco ficar pronto, as crianças colocarão feltro para dar a estrutura de um boneco. Faremos olhos, nariz e boca com caneta para tecido e o cabelo será feito de lã.
24. Roda de conversa: decidir se o boneco será menino ou menina, e escolher um nome para ele.
25. Depois de decidido o nome do boneco, pedir para as crianças doação de roupas para ele: cueca ou calcinha, meia, tênis e um uniforme do colégio (ver a possibilidade da escola doar o uniforme).
26. Estabelecer com o grupo regras de cuidados com o boneco, tais como: não molhar, pois ele é de pano, não sujar, etc.
27. Desenho de como ficou nosso boneco pronto.
28. Recreação dirigida envolvendo estrutura corporal: as crianças e a professora irão se movimentar, indicando as partes do corpo que a música indicará: música “Foi à feira”.
29. Toda sexta-feira, sortear uma criança para levar o boneco para a casa. Na segunda-feira a criança deverá trazer de volta o boneco, a folha de registro de como foi o final de semana, escrita pelos pais do aluno e fotos para socializar em roda com o grupo.
30. Desenho de observação das professoras: cada criança poderá escolher uma professora da sala para desenhar.
31. Roda de apreciação: cada criança deverá apresentar seu desenho ao grupo, dizendo quem desenhou. A professora deverá questionar o desenho, perguntando detalhes como: onde estão os olhos, a boca, as orelhas, etc.
32. Desenho com interferência de revista: as crianças deverão completar o que está faltando.
33. Recreação dirigida envolvendo estrutura corporal: “Mamãe mandou”. A brincadeira se inicia quando as crianças estarão espalhadas pelo pátio e a professora diz “mamãe mandou” e as crianças perguntam “o que?”, e então a professora dará o comando “rastejar pelo chão”, e todos fazem. Variar a brincadeira com diversos movimentos: pular, virar cambalhota, andar para o lado, etc.
34. Organizar com as crianças as fichas de relato dos pais e as fotos para montar o livro de registro.
35. Combinar com o grupo a capa do livro e providenciar os materiais necessários para confeccioná-la.
36. Roda de apresentação: mostrar aos alunos o livro concluído e relembrar cada passo do nosso projeto. Os alunos darão suas opiniões sobre: o que mais gostaram de fazer, o que menos gostaram, etc.
Conteúdos Atitudinais
• compartilhar descobertas;
• respeitar a opinião dos colegas de classe;
• respeitar e cumprir os combinados;
• valorizar produções individuais e em grupo.
Culminância: Livro com registro e fotos trazidos pelos alunos, fotos e relatos do trabalho desenvolvido em sala de aula, desde a confecção do boneco às atividades realizadas.
2º Parte
Desenvolvimento do Projeto
Escolha do modelo para confecção do boneco
A escolha da criança modelo foi definida a partir do conceito grande, pequeno a professora perguntou para as crianças se elas gostariam de ter um novo amigo ou amiga em forma de boneco, que fosse grande ou pequeno, e, elas responderam que queriam um pequeno. No primeiro momentos, todas indicaram seu próprio nome, então houve intervenção da professora, dizendo que era preciso escolher um amigo(a) e nesse momento as crianças apontaram a Isabella para ser o modelo, pois elas falaram que a Isabella era pequena.
Em seguida contornamos o corpo da Isabella no papel Kraft.
Escolha do sexo e do nome
As crianças decidiram que o boneco será do sexo masculino.
A escolha do nome foi um pouco confuso, pois as crianças não conseguiam falar nenhum nome próprio, então a professora interviu citando alguns nomes, como por exemplo: Marcelo, Alexandre, Fábio, Gabriel, João, Manuel, etc.
Por fim o nome foi: João.
Construção do boneco no pano
Pegamos nosso molde (da criança escolhida) e começamos a confeccionar nosso boneco. Coloquei o molde do papel Kraft em cima do pano e contornei, depois irei cortar o pano e começarei a costurar.
Não costurei tudo com as crianças, somente um pouco para que elas entendam o processo de confecção.
Momento registrado com foto.
Enchimento do boneco
Pegamos o molde do boneco de pano vazio e enchemos de manta acrílica. As crianças ajudaram o enchimento pegando a manta acrílica em pedaços e dando para professora.
Momento registrado com foto.
Construção do rosto e cabelo do boneco
Neste momento as crianças não devem participação, pois a professora mexeu com cola quente e agulha, sendo assim mais seguro para crianças.
Após o boneco ficar pronto cada criança vai passar o fim de semana com ele.
Momento registrado com foto.
3º Parte
Momento registrado por fotos
• CONTORNO NO PAPEL KRAFT E NO PANO.
• FINALIZACAO DA CONSTRUCAO DO BONECO DE PANO.
• APRESENTACAO DO BONECO DE PANO
Curiosidade
O grupo se envolveu tanto com a atividade que até matrículado na escola o boneco foi....
E tem mais, quando eu perguntava quem foi que fez algo errado, o coitado do boneco levava a culpa...rs
Sugestões de Atividades para Maternal
Maternal –
Registrando descobertas
*Faça seu retratinho
*Desenhe os amigos de sua turminha
*Vamos recortar e colar figuras que representem nosso corpo
*Pesquise, recorte e cole figuras que deixam nosso corpo limpinho
*Todos nos temos uma familia.
Como e a sua. Vamos desenha-la.
*Pesuise, recorte e cole figuras de moradias.
*Como e sua escola. Vamos desenha-la
*Pesquise alimentos de que mais gosta.
*Pesquise, recorte e cole os brinquedos de que voce mais gosta de brincar.
*Vamos pesquisar ou desenhar animais
*Cole uma foto de sua familia
*Já estamos no inverno, entao pesquise, recorte e cole figuras que lembrem essa estaçao.
*Pesquise, recorte e cole figuras que representem festas juninas.
*Dia dos Pais
Desenhe seu papai
Cole uma foto de seu pai
*Viva o soldado!
Recorte, cole ou desenhe objetos que o soldado usa
*Do que voce gosta
Desenhe uma roupa que voce gosta de usar
*Qual e a sua brincadeira favorita: faça um desenho para mostrar como se brinca
*Voce gosta de animais; Desenhe ou cole a figura de um animal de que voce gosta. Se quiser, escreva do seu jeito o nome dele.
*Desenhe sua casa e mostre para seus colegas de classe
*Recorte de jornais e revistas, figuras de diversos tipos de casa e cole-os nesta pagina
*O que voce costuma ver todos os dias no caminho de casa para a escola. Faça alguns desenhos
*Quais são os objetos que voce costuma levar para a escola. Desenhe;
*Qual e a primeira coisa que voce faz ao chegar a escola. Desenhe e pinte
*Como voce faz para ir a lugares que ficam longe de sua casa. Mostre por meio de desenhos
*Voce e menino ou menina. Desenhe como voce e.
*Cole aqui rotulos de produtos que voce usa para fazer sua higiene pessoal.
*Recorte de revistas figuras de diferentes tipos de plantas e cole-as nesta pagina,
*Preste bastante aten;cao aos barulhos que voce escuta. Desenhos os objetos que fazem esses barulhos
Relaxamento
Objetivo; restabelecer o equilibrio fisico-emocional atraves de exercicios que conduzam ao relaxamento dos musculos.
Atividades ;
-ouvir musicas
-ouvir pequenas historias
-deitar, contrair cada parte do corpo e depois relaxar
-ouvir barulhos externo a classe e comenta-los
-respirar lentamente
-deitar e imaginar-se em outro lugar
-sentar de cabeça abaixada e após ouvir seu nome levanta-la
-sentir as batidas do coraçao
-cantar
-soprar penas
-Brincar de ;
bonequinho de mola (cça com o corpo mole)
bonequinho de gelo (cça com o corpo duro )
Recreação Dirigida
*Sentar de dois em dois – uma criança de frente para a outra- e fazer espelho (uma criança cria um movimento e a outra imita
*Sentar as cças em roda e de um em um ir fazendo movimentos que os outros devem copiar
*Fazer movimentos livre acompanhando musicas
*Imitar bichos, pessoas...
*Andar de frente, de costas, de lado...
*Andar rapido; devagar
*Realizar movimentos livres
*Andar com equilibrio sobre linha retas e sinuosas...
*Higiene ;
-cuidados com objetos, plantas, amigos e ambientes da escola
-pessoal : lavar as maos, escovar dentes, limpar o nariz, ter cuidado com objetos de uso pessoal, comer corretamente com a boca fechada e não sujar o local onde lancha.
*Relacionamento Pessoal ;
-agradecer
-pedir licença
-ser gentil
-ceder a vez
-pedir desculpas
- boa tarde, seja bem vindo
*Expressao corporal ;
-imitar animais
-fazer mimicas
-expressar seus sentimentos e emoçces atraves de dramatizacoes - alegria, tristeza, raiva...
*Equilibrio ;
-carregar objetos
-andar livremente, para frente, para tras, ao lado...
-correr livremente, em ritmos ( rapido;lento)
Observações Gerais
*Tarefas de Casa : 3 x por semana (sendo 2 no caderninho e 1 no caderno de pesquisa)
*Atividades Diversificadas ;
LIVRES ; desenho- pintura no cavalete – pintura a dedo (1x por semana) pintura livre na mesa – colagem – modelagem – livros – jogos
DIRIGIDA ; folha– todos os dias
domingo, 5 de junho de 2011
Animais Selvagens
PROJETO: Animais Selvagens
Área de conhecimento: Natureza e Sociedade
Duração: quatro meses
Justificativa:
Escolhi estudar os animais selvagens porque este tema desperta grande interesse por parte dos alunos e poderá através de diferentes fontes de pesquisa pode oferecer um conhecimento básico sobre a vida animal e suas principais características, e também, sobre a região a que pertencem esses animais.
Objetivos:
• Desenvolver o interesse pelo mundo que nos rodeia, valorizando – o e respeitando as diferentes espécies de seres vivos.
• Obter informações de diferentes fontes, não centrada no professor.
• Ter conhecimento das características básicas de alguns animais selvagens, bem como seu habitat.
Objetivo Especifico:
- Oferecer oportunidade à criança de participar com atenção e interesse de todas as propostas de trabalho:
- Retirar informações (com a ajuda do professor) a respeito das imagens contidas nos textos;
- Estabelecer comparações sobre a diversidade das formas de vida.
Conteúdo:
- Características físicas dos animais
- Alimentação
- Habitat
- Ataque e defesa
- Hábitos e curiosidades.
Orientações Didáticas:
• Selecionar materiais (livros, revistas, fotos e vídeos).
• Promover rodas de conversas para levantamento prévio.
• Promover situações de aprendizagem através da busca de informações nas diversas fontes, da troca de informações e idéias sobre o assunto.
Encaminhamentos:
- Exibir a fita de vídeo – “ O Rei Leão”
- Listar os animais que iremos estudar
- Elaborar roteiro do que queremos saber sobre eles.
- Dividir a classe em grupos para pesquisas.
- Pesquisar em livros, revistas e vídeos a vida dos animais selecionados.
- Selecionar, discutir e organizar as informações coletadas.
- Confeccionar painel sobre o tema com figuras e legendas.
- Confeccionar uma maquete com os animais estudados e seu habitat.
Área de conhecimento: Natureza e Sociedade
Duração: quatro meses
Justificativa:
Escolhi estudar os animais selvagens porque este tema desperta grande interesse por parte dos alunos e poderá através de diferentes fontes de pesquisa pode oferecer um conhecimento básico sobre a vida animal e suas principais características, e também, sobre a região a que pertencem esses animais.
Objetivos:
• Desenvolver o interesse pelo mundo que nos rodeia, valorizando – o e respeitando as diferentes espécies de seres vivos.
• Obter informações de diferentes fontes, não centrada no professor.
• Ter conhecimento das características básicas de alguns animais selvagens, bem como seu habitat.
Objetivo Especifico:
- Oferecer oportunidade à criança de participar com atenção e interesse de todas as propostas de trabalho:
- Retirar informações (com a ajuda do professor) a respeito das imagens contidas nos textos;
- Estabelecer comparações sobre a diversidade das formas de vida.
Conteúdo:
- Características físicas dos animais
- Alimentação
- Habitat
- Ataque e defesa
- Hábitos e curiosidades.
Orientações Didáticas:
• Selecionar materiais (livros, revistas, fotos e vídeos).
• Promover rodas de conversas para levantamento prévio.
• Promover situações de aprendizagem através da busca de informações nas diversas fontes, da troca de informações e idéias sobre o assunto.
Encaminhamentos:
- Exibir a fita de vídeo – “ O Rei Leão”
- Listar os animais que iremos estudar
- Elaborar roteiro do que queremos saber sobre eles.
- Dividir a classe em grupos para pesquisas.
- Pesquisar em livros, revistas e vídeos a vida dos animais selecionados.
- Selecionar, discutir e organizar as informações coletadas.
- Confeccionar painel sobre o tema com figuras e legendas.
- Confeccionar uma maquete com os animais estudados e seu habitat.
Estratégias para ajudar o professor e o aluno hiperatividade
Estratégias para ajudar o professor e o aluno hiperativ
O diagnóstico do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) nem sempre é fácil, principalmente em crianças mais novas. Ele é baseado nos critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM-IV) ou no Código Internacional de Doenças (CID10). O mais utilizado é o DSM-IV, que é fundamentado em critérios clínico-comportament ais. Os exames complementares, como a neuroimagem ou o eletroencefalograma , não fazem parte do diagnóstico. Para que a criança seja portadora do TDAH, as alterações clínico-comportament ais devem satisfazer os critérios do DSM-IV. Caso contrário, o diagnóstico não pode ser considerado.
É importante que a criança seja avaliada por um profissional experiente nesse assunto, pois, assim, a chance de erro no diagnóstico será menor, uma vez que não há um marcador biológico para isso. Além da avaliação médica, o diagnóstico pode ser complementado por uma avaliação psicológica e uma avaliação escolar, em que se inclui pelo menos um histórico acadêmico e exemplos de comportamento da criança, obtidos por meio de questionários e observações diretas. É possível que a criança apresente algumas características do TDAH e não seja portadora da síndrome. Por isso, é necessário frisar que os sintomas devem estar presentes por mais de seis meses e em diferentes contextos sociais e ter surgido antes dos 7 anos de idade, embora alguns autores não estejam totalmente de acordo com esta última condição.
O diagnóstico mais confiável do TDAH é realizado nos períodos pré-escolar e escolar, nos quais a análise do comportamento permite classificá-lo com maior facilidade. Em crianças de menor idade (2 a 4 anos), pode-se ter algumas suspeitas em função de certos sinais e sintomas, mas, para que o diagnóstico seja confiável, ele deve ser realizado quando a criança tem entre 6 e 8 anos.
A criança com TDAH pode ser agressiva. De acordo com critérios de diagnóstico, existem três tipos de caso: o predominante impulsivo, o predominante desatento e o predominante hiperativo. A criança com TDAH do tipo impulsivo costuma ser mais agressiva. Existem ainda as co-morbidades, em que há associação entre o TDAH e o comportamento desafiante–oposicion al ou distúrbio de conduta, o transtorno de humor e afetividade e o transtorno bipolar.
A diferença entre a criança disléxica e a que apresenta TDAH é que, no primeiro caso, o diagnóstico é feito no período da alfabetização, pois preponderam os transtornos ou a dificuldade de leitura e/ou de escrita. É possível que uma criança disléxica também seja portadora do TDAH. Quando existem problemas de aprendizagem, a criança deve ser avaliada por um psicopedagogo ou fonoaudiólogo com experiência no diagnóstico da dislexia, pois, como a criança disléxica tem dificuldade para compreender o sistema de linguagem, pode transmitir a impressão de que é desatenta. Em caso de persistência da dúvida e após a realização de uma avaliação psicopedagógica, pode ser utilizada medicação como teste terapêutico.
Existem várias estratégias que podem ser utilizadas com essas crianças na escola e em sala de aula. É importante que a escola se preocupe com o desempenho global do aluno e esteja próxima dos valores da família e aberta à discussão e ao entendimento com esta. A abordagem é geralmente individualizada. Seguem algumas recomendações gerais aos professores:
Encontre um profissional, como um professor especializado nessa área ou um psicólogo com treinamento específico, e procure trocar idéias com ele.
Observe de que maneira a criança aprende melhor.
Descubra formas de fazer a criança desfrutar da aprendizagem e obter ganhos em vez de frustrações, medos e aborrecimentos.
Procure desenvolver um contato visual mais freqüente como o aluno com TDAH e mantenha-o o maior tempo possível sob sua observação.
Busque qualidade nas tarefas em vez de quantidade.
Estabeleça um sistema de pontos que levem o aluno à obtenção de um prêmio (algo atrativo para a criança).
Confira ao aluno responsabilidades apropriadas à idade dele.
Use um caderno que sirva para a comunicação diária com os pais.
Ensine a criança a interagir com os demais e a olhar nos olhos.
Estimule o aluno a procurar um companheiro para os estudos.
Dê menor importância às infrações da criança que não sejam graves e aja com firmeza nas que forem graves.
É natural que os pais de crianças com TDAH se sintam frustrados e sós, pois esse disturbio põe à prova os mais altos limites da paciência, criando uma situação de estresse familiar e matrimonial. Para os pais, sugere-se que:
Conheçam as características do TDAH que seu filho manifesta.
Percebam as áreas com as quais seu filho se identifica, assim como as qualidades dele.
Ajudem seu filho a fortalecer a auto-estima e a autoconfiança dele.
Ajudem a criança a organizar-se com os materiais de trabalho ou o estudo.
Utilizem bilhetes auto-adesivos para fazê-lo lembrar-se de eventos e situações especiais.
Propiciem um ambiente adequado, em que ele possa aprender melhor.
Ajudem seu filho a planejar o tempo e as tarefas, estabelecendo uma agenda de atividades. Procurem entrar em contato com o professor dele para saber sobre as atividades escolares.
Se vocês acharem que as atividades são excessivas, falem com o professor e busquem, juntos, um meio-termo.
Estabeleçam a prática de um esporte.
É importante que a criança saiba que ela não está sendo reprimida, mas, sim, o comportamento dela.
Permitam que seu filho ouça música para dormir.
Procurem não esquecer também dos outros filhos, pois, às vezes, os pais concentram todas as energias nos filhos que apresentam o TDAH.
Nos seguintes livros, há mais informações sobre esse assunto:
ROHDE, Luis Augusto; MATTOS, Paulo & col. Princípios e práticas em TDAH. Artmed.
PASCUAL-CASTROVIEJO , Ignacio. Guia práctica diagnóstica y terapêutica: sindrome de déficit de atención com hiperactividad. César Viguera.
Marina Almeida
Consultora de Ed. Inclusiva, Psicóloga e Psicopedagoga
(13) 30191443 ou (13) 34695176
É importante que a criança seja avaliada por um profissional experiente nesse assunto, pois, assim, a chance de erro no diagnóstico será menor, uma vez que não há um marcador biológico para isso. Além da avaliação médica, o diagnóstico pode ser complementado por uma avaliação psicológica e uma avaliação escolar, em que se inclui pelo menos um histórico acadêmico e exemplos de comportamento da criança, obtidos por meio de questionários e observações diretas. É possível que a criança apresente algumas características do TDAH e não seja portadora da síndrome. Por isso, é necessário frisar que os sintomas devem estar presentes por mais de seis meses e em diferentes contextos sociais e ter surgido antes dos 7 anos de idade, embora alguns autores não estejam totalmente de acordo com esta última condição.
O diagnóstico mais confiável do TDAH é realizado nos períodos pré-escolar e escolar, nos quais a análise do comportamento permite classificá-lo com maior facilidade. Em crianças de menor idade (2 a 4 anos), pode-se ter algumas suspeitas em função de certos sinais e sintomas, mas, para que o diagnóstico seja confiável, ele deve ser realizado quando a criança tem entre 6 e 8 anos.
A criança com TDAH pode ser agressiva. De acordo com critérios de diagnóstico, existem três tipos de caso: o predominante impulsivo, o predominante desatento e o predominante hiperativo. A criança com TDAH do tipo impulsivo costuma ser mais agressiva. Existem ainda as co-morbidades, em que há associação entre o TDAH e o comportamento desafiante–oposicion al ou distúrbio de conduta, o transtorno de humor e afetividade e o transtorno bipolar.
A diferença entre a criança disléxica e a que apresenta TDAH é que, no primeiro caso, o diagnóstico é feito no período da alfabetização, pois preponderam os transtornos ou a dificuldade de leitura e/ou de escrita. É possível que uma criança disléxica também seja portadora do TDAH. Quando existem problemas de aprendizagem, a criança deve ser avaliada por um psicopedagogo ou fonoaudiólogo com experiência no diagnóstico da dislexia, pois, como a criança disléxica tem dificuldade para compreender o sistema de linguagem, pode transmitir a impressão de que é desatenta. Em caso de persistência da dúvida e após a realização de uma avaliação psicopedagógica, pode ser utilizada medicação como teste terapêutico.
Existem várias estratégias que podem ser utilizadas com essas crianças na escola e em sala de aula. É importante que a escola se preocupe com o desempenho global do aluno e esteja próxima dos valores da família e aberta à discussão e ao entendimento com esta. A abordagem é geralmente individualizada. Seguem algumas recomendações gerais aos professores:
Encontre um profissional, como um professor especializado nessa área ou um psicólogo com treinamento específico, e procure trocar idéias com ele.
Observe de que maneira a criança aprende melhor.
Descubra formas de fazer a criança desfrutar da aprendizagem e obter ganhos em vez de frustrações, medos e aborrecimentos.
Procure desenvolver um contato visual mais freqüente como o aluno com TDAH e mantenha-o o maior tempo possível sob sua observação.
Busque qualidade nas tarefas em vez de quantidade.
Estabeleça um sistema de pontos que levem o aluno à obtenção de um prêmio (algo atrativo para a criança).
Confira ao aluno responsabilidades apropriadas à idade dele.
Use um caderno que sirva para a comunicação diária com os pais.
Ensine a criança a interagir com os demais e a olhar nos olhos.
Estimule o aluno a procurar um companheiro para os estudos.
Dê menor importância às infrações da criança que não sejam graves e aja com firmeza nas que forem graves.
É natural que os pais de crianças com TDAH se sintam frustrados e sós, pois esse disturbio põe à prova os mais altos limites da paciência, criando uma situação de estresse familiar e matrimonial. Para os pais, sugere-se que:
Conheçam as características do TDAH que seu filho manifesta.
Percebam as áreas com as quais seu filho se identifica, assim como as qualidades dele.
Ajudem seu filho a fortalecer a auto-estima e a autoconfiança dele.
Ajudem a criança a organizar-se com os materiais de trabalho ou o estudo.
Utilizem bilhetes auto-adesivos para fazê-lo lembrar-se de eventos e situações especiais.
Propiciem um ambiente adequado, em que ele possa aprender melhor.
Ajudem seu filho a planejar o tempo e as tarefas, estabelecendo uma agenda de atividades. Procurem entrar em contato com o professor dele para saber sobre as atividades escolares.
Se vocês acharem que as atividades são excessivas, falem com o professor e busquem, juntos, um meio-termo.
Estabeleçam a prática de um esporte.
É importante que a criança saiba que ela não está sendo reprimida, mas, sim, o comportamento dela.
Permitam que seu filho ouça música para dormir.
Procurem não esquecer também dos outros filhos, pois, às vezes, os pais concentram todas as energias nos filhos que apresentam o TDAH.
Nos seguintes livros, há mais informações sobre esse assunto:
ROHDE, Luis Augusto; MATTOS, Paulo & col. Princípios e práticas em TDAH. Artmed.
PASCUAL-CASTROVIEJO , Ignacio. Guia práctica diagnóstica y terapêutica: sindrome de déficit de atención com hiperactividad. César Viguera.
Marina Almeida
Consultora de Ed. Inclusiva, Psicóloga e Psicopedagoga
(13) 30191443 ou (13) 34695176
Quem educa filho são os pais
Certamente há décadas atrás os educadores enfrentavam problemas de aprendizagens com seus alunos. Hoje não é tão diferente assim, temos uma variedade de dificuldades que esbarram nas questões de como adquir o conhecimento e fazer uso desse novo saber.
Conforme a sociedade avança no que diz respeito ao desenvolvimento tecnológico muitas pessoas permanecem atônitas por não poder acompanhar. Por outro lado, outras pessoas imaginam que acompanham mas, não sabem de fato qual a finalidade de muitos aparelhos eletroeltrônicos que estão em suas mãos.
Hoje talvez vivenciamos um dos períodos mais complexos da vida em sociedade, temos ao nosso redor inúmeras informações que ao passo de não nos preocuparmos em saber de fato suas finalidades, estaremos vivendo um mundo de fantasias.
Ecoa sobre o mundo contemporâneo a necessidade de todas as coisas resultarem em finalidades concretas. Imprimimos esforços para atendimentos imediatos sobre as nossas inquietações. Fazendo do próprio grupo social uma avalanche alienada de acompanhar os outros sem ao certo saber qual é o seu fim.
Podemos observar desde o início da educação escolar. Pessoas que no papel de filhos buscam todas as vantagens de manter-se satisfeitos e acomodados no qual muitas vezes, os pais não percebendo o impacto destes hábitos, observam mais adiante várias experiências frustradas enquanto educador do seu próprio filho.
Convidamos a pensar um pouco sobre essas inquietações. A educação nesse caso recebeu entre suas várias concepções de tornar-se imediatista. Ao olharmos para as relações sociais temos como exemplo há falta de paciência dentro e fora da escola.
Os resultados são projetados a fórceps causando traumas muitas vezes na perspectiva natural da aquisição do conhecimento de cada ser humano. Isto não significa que o professor não tenha que desenvolver atividades que acompanhe seus alunos mas, que o ambiente contribua para o trabalho de todos, principalmente para o professor.
Professor esse que é educador de todos os seres humanos que freqüentam ou já vivenciou a experiência escolar. Acreditamos que todas as profissões dependem de um professor mas, não de maneira equivocada de deixar todas as atribuições para um profissional da educação.
Portanto, a educação não se faz sozinho ou com pessoas se escondendo ou aproveitando de circunstâncias no qual oportunamente encarrega-se de eximir-se de seu papel.
Plano de aula Fotossíntese e cadeia alimentar
Plano de aula Fotossíntese e cadeia alimentar.
Eixo Temático:
Ciências – Alimentação
Nome da Aula:
Fotossíntese e cadeia alimentar.
Objetivos:
• Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e agente de transformações do ambiente em relação aos demais seres vivos e outros componentes da natureza;
• Identificar e compreender as relações alimentares entre os seres vivos;
• Compreender o processo da fotossíntese e sua relação com a cadeia alimentar;
• Formular perguntas e suposições sobre o assunto em estudo;
• Saber utilizar conceitos científicos básicos associados a fotossíntese, seres produtores, consumidores e decompositores, seres herbívoros, carnívoros e onívoros;
Conteúdos:
• Os vegetais como produtores de oxigênio e fontes de alimentos;
• Processo da fotossíntese;
• Componentes de uma cadeia alimentar: produtores, consumidores e decompositores;
• Classificação dos seres de acordo com o tipo de alimentação: herbívoros, carnívoros e onívoros;
• A importância dos seres decompositores;
• O homem em relação à cadeia alimentar.
Justificativas:
Saber como os ambientes naturais funcionam e como a vida se mantém e se renova contribui para a formação da cidadania. O conhecimento biológico pode levar a mudança de atitude em relação ao meio ambiente, modificando o modo pelo qual as pessoas e as instituições utilizam recursos naturais e tecnológicos disponíveis em nossa sociedade.
Resumo das Atividades:
• Questões de verificação dos conhecimentos prévios;
• Aula expositiva sobre o processo da fotossíntese;
• Atividade prática;
• Diferenciar os animais de acordo com sua preferência alimentar: herbívoros, carnívoros e onívoros;
• Atividade em grupo sobre a cadeia alimentar;
Duração:
5 Aulas
Avaliação:
• Participação e contribuição durante as aulas;
• Prova escrita;
• O relatório da aula prática pode ser transformado num instrumento de avaliação;
• A atividade em grupo e o resultado final (o mural) também podem ser instrumentos de avaliação.
Produto(s):
O relatório do experimento e o mural feito por toda a classe.
Ciências – Alimentação
Nome da Aula:
Fotossíntese e cadeia alimentar.
Objetivos:
• Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e agente de transformações do ambiente em relação aos demais seres vivos e outros componentes da natureza;
• Identificar e compreender as relações alimentares entre os seres vivos;
• Compreender o processo da fotossíntese e sua relação com a cadeia alimentar;
• Formular perguntas e suposições sobre o assunto em estudo;
• Saber utilizar conceitos científicos básicos associados a fotossíntese, seres produtores, consumidores e decompositores, seres herbívoros, carnívoros e onívoros;
Conteúdos:
• Os vegetais como produtores de oxigênio e fontes de alimentos;
• Processo da fotossíntese;
• Componentes de uma cadeia alimentar: produtores, consumidores e decompositores;
• Classificação dos seres de acordo com o tipo de alimentação: herbívoros, carnívoros e onívoros;
• A importância dos seres decompositores;
• O homem em relação à cadeia alimentar.
Justificativas:
Saber como os ambientes naturais funcionam e como a vida se mantém e se renova contribui para a formação da cidadania. O conhecimento biológico pode levar a mudança de atitude em relação ao meio ambiente, modificando o modo pelo qual as pessoas e as instituições utilizam recursos naturais e tecnológicos disponíveis em nossa sociedade.
Resumo das Atividades:
• Questões de verificação dos conhecimentos prévios;
• Aula expositiva sobre o processo da fotossíntese;
• Atividade prática;
• Diferenciar os animais de acordo com sua preferência alimentar: herbívoros, carnívoros e onívoros;
• Atividade em grupo sobre a cadeia alimentar;
Duração:
5 Aulas
Avaliação:
• Participação e contribuição durante as aulas;
• Prova escrita;
• O relatório da aula prática pode ser transformado num instrumento de avaliação;
• A atividade em grupo e o resultado final (o mural) também podem ser instrumentos de avaliação.
Produto(s):
O relatório do experimento e o mural feito por toda a classe.
Animais Projeto Animais
Animais Projeto Animais
Objetivos
• Identificar as diferentes espécies e as classificações dos animais vertebrados e invertebrados.
• Reconhecer os diferentes tipos de habitat, revestimento, alimentação, de reprodução, de locomoção, etc.
• Reconhecer a importância dos animais para a cadeia alimentar e animais úteis para o Homem.
• Identificar as muitas espécies de animais que estão ameaçadas de extinção.
• Saber que o equilíbrio ecológico é essencial para a sobrevivência dos seres vivos, pois em equilíbrio a natureza pode oferecer moradia e alimento suficiente para todos.
Formulação dos Problemas
Colocar em discussão algumas perguntas como:
• Quais os tipos de animais que vocês conhecem? Escrever na lousa as características reconhecidas pelos alunos, por exemplo, têm ossos, pêlo, aquáticos, voam, em extinção, etc...
• Não classificar por nomes, em mamíferos, répteis, anfíbios, aves, peixes mas deixar que eles pesquisem em forma de diferentes tipos.
Tempo da Atividade: 2 aulas ou mais.
Planejamento
1º Sensibilização
2º Concretização
3º Integração
4º Exposição
Temas Transversais
• ÉTICA: diálogo, respeito mútuo, solidariedade. Uso e valorização do diálogo como instrumento para esclarecer os conteúdos.
• SAÚDE: participação ativa na conservação da saúde dos animais e da alimentação. O desenvolvimento de hábitos saudáveis de higiene.
• MEIO AMBIENTE: Conservação da fauna no meio ambiente.
• PLURALIDADE CULTURAL: diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas.
• Relações de amizade, valorizando a liberdade de escolha de vínculos sócio-afetivos como elemento de liberdade de consciência e de associação.
Cidadania: Direitos e deveres individuais e coletivos.
Execução
• Sensibilização:
Despertar neste dia 4 de outubro, Dia Universal dos Animais, a importância dos Animais para a natureza:
Os animais são importantes para a vida na Terra. Cada um deles contribui para o equilíbrio da natureza. O ser humano depende da natureza para viver e precisa preservar os outros animais para garantir sua própria sobrevivência.
Veja o que pode acontecer quando os animais e a natureza são desrespeitados:
Imagine um rio onde habitam jacarés, piranhas e outros peixes. Muitos pescadores vivem do que pescam no rio. Os jacarés comem piranhas e as piranhas comem os outros peixes.
Os caçadores chegam e acabam com os jacarés. Não há mais um bicho que coma as piranhas, por isso aumenta muito o número de piranhas nos rios. As piranhas acabam comendo todos os peixes do rio. Os pescadores não têm mais de onde tirar seu sustento, já que as pessoas não costumam comprar piranha para comer.
Foi o ser humano que prejudicou a natureza ao acabar com os jacarés; foi ele o maior prejudicado, pois não pôde mais pescar no rio.
Entendeu por que é preciso conservar todos os animais?
As maiores ameaças à sobrevivência dos animais atualmente são: a caça, a derrubada das florestas onde eles vivem, a queimada da vegetação e a poluição dos rios.
No nosso país algumas espécies já foram praticamente extintas, como a ave ararinha-azul. Outras estão ameaçadas de extinção, como a jaguatirica, o lobo-guará e o mico-leão-dourado
• Concretização:
1ª Aula: Apresentação do material que os alunos deverão providenciar para o dia a ser combinado. Dividir a classe em grupos. Cada grupo irá pesquisar sobre um tipo de animal e farão cartazes para a exposição sobre as diferenças existentes entre eles e animais de outras espécies. Veja a formulação de problemas.
Trazer alguma notícia da atualidade sobre a sua classificação de animal, por exemplo, derrubada de petróleo mata peixes no litoral do Rio de Janeiro, para elaborarem um Jornal.
2ª Aula: Confecção do Jornal:
Cada grupo irá dizer em voz alta a notícia que trouxe. A classe deverá identificar em que parte do jornal a notícia poderia ser colocada: ciências, cotidiano, mundo, Brasil ou ilustrada, por exemplo.
Elaborar a página com a notícia e formar o Jornal.
• Integração:
HISTÓRIA: Conhecer os tipos de animais de outras épocas.
MATEMÁTICA: Trabalhando com as medidas e gráficos para os animais em extinção.
PORTUGUÊS: Produções de texto...Fazer um cartaz e colar os animais para uma visualização mais significativa e prazerosa.
INFORMÁTICA: Pesquisa na Internet.
GEOGRAFIA: pesquisar num mapa as outras regiões de onde vieram os animais.
MÚSICA: Trabalhar várias músicas que falam sobre os animais. Exemplo: O Pato de Vinícius de Moraes.
INGLÊS: trabalhar os nomes de animais em inglês
• Exposição: A apresentação dos trabalhos elaborados pelos alunos.
Conclusões e Aplicações:
Participação em todas as atividades, nas exposições, nos trabalhos e nas pesquisas.
Interpretar os cartazes e formalizar as conclusões.
Avaliação do conteúdo nas diversas áreas.
Aplicar na vida diária os ensinamentos sobre a importância dos animais para a natureza.
Animais que despertam nossa curiosidade
:
Professora: Jéssica Walter da Silva Costa
I-Objeto detonador e problematização
A vontade de estudar estes animais surgiu do nosso colega Gabriel Barbosa. Ele estava louco para conhecer melhor o morcego, por isso, resolvemos escolher de uma coleção de livros que temos em nossa sala, oito animais que mais nos encantam e despertam nossas curiosidades.
Escolhemos a coruja e o morcego da coleção animais noturnos, a cobra e o jacaré dos répteis, a moréia e o tubarão das criaturas marinhas e o tamanduá e a preguiça do livro vida na selva.
Com certeza iremos aprender muito.
II-Justificativa
As crianças nutrem um verdadeiro facínio pelos animais, que na visão delas são irresistíveis como os brinquedos, mas com atrativos a mais: são seres animados, com vida, sentimentos e algumas necessidades semelhantes às do homem. O estudo dos animais traz associações concretas entre o ser humano, o mundo animal e a natureza. A criança sai do conceito eu para conhecer o outro, o que é muito saudável. Ao estudar os animais, os alunos aprendem sua própria natureza, as
particularidades do outro, o meio ambiente, a cidadania e a responsabilidade.
III-Perfil do grupo: Crianças de 5 anos de idade em processo de alfabetização, participativas e com grande interesse em aprender.
IV-Objetivos
Conceituais
- comparar os tipos de animais através da observação;
- refletir sobre as características individuais de cada animal e risco de extinção;
- identificar as características específicas de cada grupo de animais;
- ampliar o vocabulário;
- identificar os nomes dos animais estudados.
Procedimentais
- coletar dados por meio de pesquisas e observações;
- elaborar sucatas;
- associar escrita de nomes, letras e textos;
- produzir trabalhos de artes;
- desenvolver a memória;
- classificar os animais;
- elaborar painéis.
Atitudinais
- preocupar-se com a preservação dos animais;
- classificar diferentes animais pelas suas características;
- socializar as informações que os alunos possuem sobre o tema;
- apresentar atitudes de cuidado e respeito com os animais.
- fazer cópias
V-Janelas
Linguagem oral e escrita;
Movimento;
Matemática;
Natureza e sociedade;
Artes visuais
VI-Etapas
1-Organizar as crianças em roda. Conversar sobre o nosso projeto. Pedir para cada criança trazer de casa figuras dos animais para confeccionarmos um mural. Pedir para a criança fazer um pergunta sobre um animal para fazermos uma pesquisa.
2-Ilustrar o texto da coruja
“A coruja tem olhos muito grandes que não se mexem, por isso sua cabeça fica balançando para ver tudo a sua volta. Tem um ouvido muito desenvolvido o que permite que encontre sua presa no meio da escuridão.”
3-Montar com letras encontradas em revistas os nomes dos animais (jacaré, moréia, morcego).
4-Cruzadinha com o nome de todos os animais.
5-Ligar os animais a seus nomes. (tamanduá, naja, jacaré)
6-Ligar os nomes dos animais com as palavras que rimam.(jacaré-pé, tubarão-coração, moréia-geléia, naja-viaja).
7-O que é o que é dos animais
8-Colocar em ordem as frases dos animais.
9-Desembaralhar os nomes dos animais (moréia, naja, morcego).
10-Completar os nomes dos animais com as letras que estão faltando.
11-Procurar no texto sobre morcegos as palavras em destaque.
“Os morcegos passam o dia pendurado de cabeça para baixo em árvores e grutas a dormir. Eles gritam quando voam. Saem todas as noites das grutas ao mesmo tempo. A maioria dos morcegos comem insetos.”
12-Copiar a história da moréia.
“A moréia é um peixe parecido com uma serpente. Tem uns dentes muito aguçados e alimenta-se de pequenos peixes. Passa o dia escondida e só sai à noite para alimentar-se.”
13-Fazer o morcego de sucata
14-Depois da leitura sobre o texto do tamanduá, fazer uma história coletiva.
“O tamanduá é um bicho diferente. Os tamanduás não têm dentes, eles usam suas garras para abrirem os formigueiros e depois usam sua língua comprida e pegajosa para chegar lá dentro. Ele pode apanhar 500 formigas só com uma lambida.”
15-Mostrar uma foto de um morcego, de uma naja e de um tubarão e pedir para as crianças reproduzirem os desenhos.
16-No texto sobre o tubarão procurar: Uma palavra que comece com s, Uma palavra com 9 letras. Uma palavra com 7 letras
“Os tubarões comem animais de qualquer tipo. Eles são muito velozes. Possuem
um bom sentido do olfato, por isso, encontram seus alimentos. Eles precisam
estar nadando o tempo inteiro senão afundam”.
17-Fazer um texto coletivo sobre a naja
“A naja não tem ouvidos. É a cobra famosa que os encantadores de serpentes
exibem nas praças. Seu veneno é muito violento. Ela se alimenta de roedores,
anfíbios e as vezes de passarinhos.”
Aproveitar e explicar o que é um anfíbio.
18-Fazer a cobra de sucata.
19-Copiar a história da preguiça.
“A preguiça é o animal mais vagaroso do mundo. Passa a maior parte do seu
tempo pendurada nas árvores de cabeça para baixo dormindo. Só acorda à noite
e muito pouco. A preguiça não tem dentes e só come folhas de embaúba”.
20-Procurar em revistas palavras que iniciem com as mesmas letras dos nomes
dos animais.
21-Caça palavras com todos os nomes dos animais.
22-Ilustrar o texto sobre o jacaré.
“Os jacarés passam a maior parte do seu tempo na água. São muito ferozes. Eles conseguem flutuar de maneira que seus olhos e narinas fiquem na superfície da água. Por isso os outros animais não conseguem ver os jacarés.”
23-Fazer o jacaré de sucata.
24-Apresentação final: exposição de todas as sucatas
VII-Avaliação: Observação do comportamento das crianças. Hábitos de trabalho,
relacionamento com os colegas e professora, cumprimento das atividades,
atitudes positivas e negativas com relação às atividades escolares,
capacidade de cooperação e aproveitamento de tempo.
VIII-Duração: Aproximadamente um semestre
Objetivos
• Identificar as diferentes espécies e as classificações dos animais vertebrados e invertebrados.
• Reconhecer os diferentes tipos de habitat, revestimento, alimentação, de reprodução, de locomoção, etc.
• Reconhecer a importância dos animais para a cadeia alimentar e animais úteis para o Homem.
• Identificar as muitas espécies de animais que estão ameaçadas de extinção.
• Saber que o equilíbrio ecológico é essencial para a sobrevivência dos seres vivos, pois em equilíbrio a natureza pode oferecer moradia e alimento suficiente para todos.
Formulação dos Problemas
Colocar em discussão algumas perguntas como:
• Quais os tipos de animais que vocês conhecem? Escrever na lousa as características reconhecidas pelos alunos, por exemplo, têm ossos, pêlo, aquáticos, voam, em extinção, etc...
• Não classificar por nomes, em mamíferos, répteis, anfíbios, aves, peixes mas deixar que eles pesquisem em forma de diferentes tipos.
Tempo da Atividade: 2 aulas ou mais.
Planejamento
1º Sensibilização
2º Concretização
3º Integração
4º Exposição
Temas Transversais
• ÉTICA: diálogo, respeito mútuo, solidariedade. Uso e valorização do diálogo como instrumento para esclarecer os conteúdos.
• SAÚDE: participação ativa na conservação da saúde dos animais e da alimentação. O desenvolvimento de hábitos saudáveis de higiene.
• MEIO AMBIENTE: Conservação da fauna no meio ambiente.
• PLURALIDADE CULTURAL: diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas.
• Relações de amizade, valorizando a liberdade de escolha de vínculos sócio-afetivos como elemento de liberdade de consciência e de associação.
Cidadania: Direitos e deveres individuais e coletivos.
Execução
• Sensibilização:
Despertar neste dia 4 de outubro, Dia Universal dos Animais, a importância dos Animais para a natureza:
Os animais são importantes para a vida na Terra. Cada um deles contribui para o equilíbrio da natureza. O ser humano depende da natureza para viver e precisa preservar os outros animais para garantir sua própria sobrevivência.
Veja o que pode acontecer quando os animais e a natureza são desrespeitados:
Imagine um rio onde habitam jacarés, piranhas e outros peixes. Muitos pescadores vivem do que pescam no rio. Os jacarés comem piranhas e as piranhas comem os outros peixes.
Os caçadores chegam e acabam com os jacarés. Não há mais um bicho que coma as piranhas, por isso aumenta muito o número de piranhas nos rios. As piranhas acabam comendo todos os peixes do rio. Os pescadores não têm mais de onde tirar seu sustento, já que as pessoas não costumam comprar piranha para comer.
Foi o ser humano que prejudicou a natureza ao acabar com os jacarés; foi ele o maior prejudicado, pois não pôde mais pescar no rio.
Entendeu por que é preciso conservar todos os animais?
As maiores ameaças à sobrevivência dos animais atualmente são: a caça, a derrubada das florestas onde eles vivem, a queimada da vegetação e a poluição dos rios.
No nosso país algumas espécies já foram praticamente extintas, como a ave ararinha-azul. Outras estão ameaçadas de extinção, como a jaguatirica, o lobo-guará e o mico-leão-dourado
• Concretização:
1ª Aula: Apresentação do material que os alunos deverão providenciar para o dia a ser combinado. Dividir a classe em grupos. Cada grupo irá pesquisar sobre um tipo de animal e farão cartazes para a exposição sobre as diferenças existentes entre eles e animais de outras espécies. Veja a formulação de problemas.
Trazer alguma notícia da atualidade sobre a sua classificação de animal, por exemplo, derrubada de petróleo mata peixes no litoral do Rio de Janeiro, para elaborarem um Jornal.
2ª Aula: Confecção do Jornal:
Cada grupo irá dizer em voz alta a notícia que trouxe. A classe deverá identificar em que parte do jornal a notícia poderia ser colocada: ciências, cotidiano, mundo, Brasil ou ilustrada, por exemplo.
Elaborar a página com a notícia e formar o Jornal.
• Integração:
HISTÓRIA: Conhecer os tipos de animais de outras épocas.
MATEMÁTICA: Trabalhando com as medidas e gráficos para os animais em extinção.
PORTUGUÊS: Produções de texto...Fazer um cartaz e colar os animais para uma visualização mais significativa e prazerosa.
INFORMÁTICA: Pesquisa na Internet.
GEOGRAFIA: pesquisar num mapa as outras regiões de onde vieram os animais.
MÚSICA: Trabalhar várias músicas que falam sobre os animais. Exemplo: O Pato de Vinícius de Moraes.
INGLÊS: trabalhar os nomes de animais em inglês
• Exposição: A apresentação dos trabalhos elaborados pelos alunos.
Conclusões e Aplicações:
Participação em todas as atividades, nas exposições, nos trabalhos e nas pesquisas.
Interpretar os cartazes e formalizar as conclusões.
Avaliação do conteúdo nas diversas áreas.
Aplicar na vida diária os ensinamentos sobre a importância dos animais para a natureza.
Animais que despertam nossa curiosidade
:
Professora: Jéssica Walter da Silva Costa
I-Objeto detonador e problematização
A vontade de estudar estes animais surgiu do nosso colega Gabriel Barbosa. Ele estava louco para conhecer melhor o morcego, por isso, resolvemos escolher de uma coleção de livros que temos em nossa sala, oito animais que mais nos encantam e despertam nossas curiosidades.
Escolhemos a coruja e o morcego da coleção animais noturnos, a cobra e o jacaré dos répteis, a moréia e o tubarão das criaturas marinhas e o tamanduá e a preguiça do livro vida na selva.
Com certeza iremos aprender muito.
II-Justificativa
As crianças nutrem um verdadeiro facínio pelos animais, que na visão delas são irresistíveis como os brinquedos, mas com atrativos a mais: são seres animados, com vida, sentimentos e algumas necessidades semelhantes às do homem. O estudo dos animais traz associações concretas entre o ser humano, o mundo animal e a natureza. A criança sai do conceito eu para conhecer o outro, o que é muito saudável. Ao estudar os animais, os alunos aprendem sua própria natureza, as
particularidades do outro, o meio ambiente, a cidadania e a responsabilidade.
III-Perfil do grupo: Crianças de 5 anos de idade em processo de alfabetização, participativas e com grande interesse em aprender.
IV-Objetivos
Conceituais
- comparar os tipos de animais através da observação;
- refletir sobre as características individuais de cada animal e risco de extinção;
- identificar as características específicas de cada grupo de animais;
- ampliar o vocabulário;
- identificar os nomes dos animais estudados.
Procedimentais
- coletar dados por meio de pesquisas e observações;
- elaborar sucatas;
- associar escrita de nomes, letras e textos;
- produzir trabalhos de artes;
- desenvolver a memória;
- classificar os animais;
- elaborar painéis.
Atitudinais
- preocupar-se com a preservação dos animais;
- classificar diferentes animais pelas suas características;
- socializar as informações que os alunos possuem sobre o tema;
- apresentar atitudes de cuidado e respeito com os animais.
- fazer cópias
V-Janelas
Linguagem oral e escrita;
Movimento;
Matemática;
Natureza e sociedade;
Artes visuais
VI-Etapas
1-Organizar as crianças em roda. Conversar sobre o nosso projeto. Pedir para cada criança trazer de casa figuras dos animais para confeccionarmos um mural. Pedir para a criança fazer um pergunta sobre um animal para fazermos uma pesquisa.
2-Ilustrar o texto da coruja
“A coruja tem olhos muito grandes que não se mexem, por isso sua cabeça fica balançando para ver tudo a sua volta. Tem um ouvido muito desenvolvido o que permite que encontre sua presa no meio da escuridão.”
3-Montar com letras encontradas em revistas os nomes dos animais (jacaré, moréia, morcego).
4-Cruzadinha com o nome de todos os animais.
5-Ligar os animais a seus nomes. (tamanduá, naja, jacaré)
6-Ligar os nomes dos animais com as palavras que rimam.(jacaré-pé, tubarão-coração, moréia-geléia, naja-viaja).
7-O que é o que é dos animais
8-Colocar em ordem as frases dos animais.
9-Desembaralhar os nomes dos animais (moréia, naja, morcego).
10-Completar os nomes dos animais com as letras que estão faltando.
11-Procurar no texto sobre morcegos as palavras em destaque.
“Os morcegos passam o dia pendurado de cabeça para baixo em árvores e grutas a dormir. Eles gritam quando voam. Saem todas as noites das grutas ao mesmo tempo. A maioria dos morcegos comem insetos.”
12-Copiar a história da moréia.
“A moréia é um peixe parecido com uma serpente. Tem uns dentes muito aguçados e alimenta-se de pequenos peixes. Passa o dia escondida e só sai à noite para alimentar-se.”
13-Fazer o morcego de sucata
14-Depois da leitura sobre o texto do tamanduá, fazer uma história coletiva.
“O tamanduá é um bicho diferente. Os tamanduás não têm dentes, eles usam suas garras para abrirem os formigueiros e depois usam sua língua comprida e pegajosa para chegar lá dentro. Ele pode apanhar 500 formigas só com uma lambida.”
15-Mostrar uma foto de um morcego, de uma naja e de um tubarão e pedir para as crianças reproduzirem os desenhos.
16-No texto sobre o tubarão procurar: Uma palavra que comece com s, Uma palavra com 9 letras. Uma palavra com 7 letras
“Os tubarões comem animais de qualquer tipo. Eles são muito velozes. Possuem
um bom sentido do olfato, por isso, encontram seus alimentos. Eles precisam
estar nadando o tempo inteiro senão afundam”.
17-Fazer um texto coletivo sobre a naja
“A naja não tem ouvidos. É a cobra famosa que os encantadores de serpentes
exibem nas praças. Seu veneno é muito violento. Ela se alimenta de roedores,
anfíbios e as vezes de passarinhos.”
Aproveitar e explicar o que é um anfíbio.
18-Fazer a cobra de sucata.
19-Copiar a história da preguiça.
“A preguiça é o animal mais vagaroso do mundo. Passa a maior parte do seu
tempo pendurada nas árvores de cabeça para baixo dormindo. Só acorda à noite
e muito pouco. A preguiça não tem dentes e só come folhas de embaúba”.
20-Procurar em revistas palavras que iniciem com as mesmas letras dos nomes
dos animais.
21-Caça palavras com todos os nomes dos animais.
22-Ilustrar o texto sobre o jacaré.
“Os jacarés passam a maior parte do seu tempo na água. São muito ferozes. Eles conseguem flutuar de maneira que seus olhos e narinas fiquem na superfície da água. Por isso os outros animais não conseguem ver os jacarés.”
23-Fazer o jacaré de sucata.
24-Apresentação final: exposição de todas as sucatas
VII-Avaliação: Observação do comportamento das crianças. Hábitos de trabalho,
relacionamento com os colegas e professora, cumprimento das atividades,
atitudes positivas e negativas com relação às atividades escolares,
capacidade de cooperação e aproveitamento de tempo.
VIII-Duração: Aproximadamente um semestre
Projeto Histórias Infantis
Projeto Histórias Infantis -
- Objetivos
Conhecer diversas Histórias infantis;
Utilizar a técnica de dramatizar e fazer recontos;
Oportunizar a criatividade, imaginação, humor,ilusionismo;
Desenvolver habilidades sociais;
Desenvolver o hábito de ouvir com atenção;
Enriquecer e ampliar o vocabulário;
Intervir, posicionar, julgar e modificar subvenções sociais;
Desenvolver o pensamento lógico e a rapidez de raciocínio;
Criar atitudes desejáveis;
Permitir a livre expressão.
Formulação dos Problemas
Quais são as leituras que vocês preferem: gibis, livros de histórias, histórias em quadrinhos, poemas, etc.?
Vocês sabem algum história?
Vocês lêem jornais ou revistas? Quais?
Tempo da Atividade
36 horas (módulos de 3 horas)
Material
Para as oficinas: usar material reciclado como retalhos de tecido, papéis coloridos, pratos de papelão, saquinhos de embalagens, fitas, brocal, embalagens diversas, durex colorido, tinta guache, cola colorida, lápis de cor, giz de cera, canetinhas hidrocor, lã, etc.
Para as apresentações das histórias: vídeo, aparelho de som, livros de literatura, C.D.,teatro, (apresentações feitas por turmas mais velhas, da própria escola).
Para a apresentação da teia de histórias: tapete, almofadões, aparelho de som com música suave, incenso, baú ou caixa grande de papelão enfeitada com brilho, estrelas, lua.
Para a avaliação: Papel, lápis, lápis de cor, giz de cera.
Planejamento
Apresentação:
1º Módulo:
Procurar conhecer quais as histórias infantis que mais interessam à turma.
Planejar oito histórias e a maneira de serem apresentadas:
* Branca de Neve e os Sete Anões – vídeo
* Dona Baratinha – Contada
* João e Maria – Leitura
* Os Três Porquinhos -C D
* Cinderela – vídeo
* A Bela e a Fera – teatro
* O Príncipe Sapo – contada
* Chapeuzinho Vermelho – teatro
(Cada história será apresentada em um dia, e o procedimento será o mesmo, em todas as apresentações)
Apresentar a história; fazer o reconto conjunto, interpretando a história; traçar o perfil dos personagens principais; copiar o nome da história no caderno ilustrando-a.
2 º ao 9º Módulo: apresentação e interpretação das histórias.
10º e 11º Módulos:
Preparar material de artes para a dramatização das histórias. Serão duas oficinas de fantoches, máscaras, acessórios e objetos que caracterizam as histórias apresentadas. Exemplo: maçã da Branca de Neve, máscara do Lobo Mau, chapéu de Bruxa, varinha mágica da Fada, espelho mágico da Madrasta, Sapatinho da Cinderela, Caixinha com moeda de Dona Baratinha, Coroa do Príncipe Sapo, Fantoches dos Três Porquinhos, capa do Chapeuzinho Vermelho, rosa encantada da Fera, saquinho com as pedrinhas de Joãozinho, coroa de Princesa.
Temas Transversais
Ética:
Diálogo, respeito mútuo, responsabilidade, cooperação, organização, solidariedade. Trabalho coletivo,compartilhar descobertas.
Pluralidade Cultural: Educação – Diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas; Cidadania: Direitos e deveres individuais e coletivos. Literatura e tradição: línguas, dialetos, variantes e variação lingüística.
Execução
Desenvolvimento:
Das oficinas: Usar material reciclado para confeccionar as fantasias e adereços. Os moldes já serão entregues devidamente riscados e cortados. Os alunos se dividirão em grupos de trabalho e orientados por professora e estagiárias, executarão as atividades estipuladas.(Algumas peças já se encontrava à disposição da turma, adquiridas anteriormente, pela escola).
Das apresentações das histórias: Propiciar aos alunos um ambiente aconchegante e confortável para conhecer as histórias, observando o planejamento das atividades.
Da teia de histórias: Desafiar os alunos a fazerem o reconto de todas as histórias ao mesmo tempo, numa mistura aleatória de personagens. Fazendo uso do tapete, almofadas, música e incenso, preparar um ambiente propício e agradável.
Colocar no baú as fantasias e acessórios confeccionados e numerados, afixando na tampa do mesmo, uma lista apenas com o número de peças nele contidas.(Ao colocar as peças , exibi-las novamente às crianças relembrando a quem pertencem, de que história foi retirada, seu uso na história, etc).
Quando todas as crianças estiverem acomodadas no tapete, a professora iniciará a história:
Era uma vez, num bosque rodeado de lindas montanhas, onde dezenas de pássaros cantavam nos galhos floridos das árvores e agitavam suas asinhas num vôo apressado na busca de frutinhas para alimentar seus filhotes a piar nos ninhos. Naquela tarde ensolarada e perfumada de primavera, debaixo de um ipê amarelo, bem ao lado de um límpido lago, encontrei........
Aí a professora toca uma das crianças e ela dirá um número, retirando do baú a peça correspondente, continuando a história com o que lhe remete na lembrança, o objeto vindo do baú. A criança dará asas a sua imaginação para colocar o objeto ou o personagem sorteado na história, continuará contando um pedacinho, depois tocará outra criança e esta deverá dar seqüência com outro objeto. A história prossegue até todos os objetos e personagens forem usados ou até quando as crianças permanecerem interessadas.
Conclusões e Aplicações
Avaliação:
Ao final de cada módulo, professor e alunos farão suas observações e avaliações, oralmente. Terminando por desenharem o que sentiram com as atividades, o que mais gostaram, ou como gostaria______,
Bibliografia: BARRIE, J. M..Peter Pan e outras histórias. Rio de Janeiro, Gamma.
Histórias da Carochinha. São Paulo, Ática,1987,p.23-
- Objetivos
Conhecer diversas Histórias infantis;
Utilizar a técnica de dramatizar e fazer recontos;
Oportunizar a criatividade, imaginação, humor,ilusionismo;
Desenvolver habilidades sociais;
Desenvolver o hábito de ouvir com atenção;
Enriquecer e ampliar o vocabulário;
Intervir, posicionar, julgar e modificar subvenções sociais;
Desenvolver o pensamento lógico e a rapidez de raciocínio;
Criar atitudes desejáveis;
Permitir a livre expressão.
Formulação dos Problemas
Quais são as leituras que vocês preferem: gibis, livros de histórias, histórias em quadrinhos, poemas, etc.?
Vocês sabem algum história?
Vocês lêem jornais ou revistas? Quais?
Tempo da Atividade
36 horas (módulos de 3 horas)
Material
Para as oficinas: usar material reciclado como retalhos de tecido, papéis coloridos, pratos de papelão, saquinhos de embalagens, fitas, brocal, embalagens diversas, durex colorido, tinta guache, cola colorida, lápis de cor, giz de cera, canetinhas hidrocor, lã, etc.
Para as apresentações das histórias: vídeo, aparelho de som, livros de literatura, C.D.,teatro, (apresentações feitas por turmas mais velhas, da própria escola).
Para a apresentação da teia de histórias: tapete, almofadões, aparelho de som com música suave, incenso, baú ou caixa grande de papelão enfeitada com brilho, estrelas, lua.
Para a avaliação: Papel, lápis, lápis de cor, giz de cera.
Planejamento
Apresentação:
1º Módulo:
Procurar conhecer quais as histórias infantis que mais interessam à turma.
Planejar oito histórias e a maneira de serem apresentadas:
* Branca de Neve e os Sete Anões – vídeo
* Dona Baratinha – Contada
* João e Maria – Leitura
* Os Três Porquinhos -C D
* Cinderela – vídeo
* A Bela e a Fera – teatro
* O Príncipe Sapo – contada
* Chapeuzinho Vermelho – teatro
(Cada história será apresentada em um dia, e o procedimento será o mesmo, em todas as apresentações)
Apresentar a história; fazer o reconto conjunto, interpretando a história; traçar o perfil dos personagens principais; copiar o nome da história no caderno ilustrando-a.
2 º ao 9º Módulo: apresentação e interpretação das histórias.
10º e 11º Módulos:
Preparar material de artes para a dramatização das histórias. Serão duas oficinas de fantoches, máscaras, acessórios e objetos que caracterizam as histórias apresentadas. Exemplo: maçã da Branca de Neve, máscara do Lobo Mau, chapéu de Bruxa, varinha mágica da Fada, espelho mágico da Madrasta, Sapatinho da Cinderela, Caixinha com moeda de Dona Baratinha, Coroa do Príncipe Sapo, Fantoches dos Três Porquinhos, capa do Chapeuzinho Vermelho, rosa encantada da Fera, saquinho com as pedrinhas de Joãozinho, coroa de Princesa.
Temas Transversais
Ética:
Diálogo, respeito mútuo, responsabilidade, cooperação, organização, solidariedade. Trabalho coletivo,compartilhar descobertas.
Pluralidade Cultural: Educação – Diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas; Cidadania: Direitos e deveres individuais e coletivos. Literatura e tradição: línguas, dialetos, variantes e variação lingüística.
Execução
Desenvolvimento:
Das oficinas: Usar material reciclado para confeccionar as fantasias e adereços. Os moldes já serão entregues devidamente riscados e cortados. Os alunos se dividirão em grupos de trabalho e orientados por professora e estagiárias, executarão as atividades estipuladas.(Algumas peças já se encontrava à disposição da turma, adquiridas anteriormente, pela escola).
Das apresentações das histórias: Propiciar aos alunos um ambiente aconchegante e confortável para conhecer as histórias, observando o planejamento das atividades.
Da teia de histórias: Desafiar os alunos a fazerem o reconto de todas as histórias ao mesmo tempo, numa mistura aleatória de personagens. Fazendo uso do tapete, almofadas, música e incenso, preparar um ambiente propício e agradável.
Colocar no baú as fantasias e acessórios confeccionados e numerados, afixando na tampa do mesmo, uma lista apenas com o número de peças nele contidas.(Ao colocar as peças , exibi-las novamente às crianças relembrando a quem pertencem, de que história foi retirada, seu uso na história, etc).
Quando todas as crianças estiverem acomodadas no tapete, a professora iniciará a história:
Era uma vez, num bosque rodeado de lindas montanhas, onde dezenas de pássaros cantavam nos galhos floridos das árvores e agitavam suas asinhas num vôo apressado na busca de frutinhas para alimentar seus filhotes a piar nos ninhos. Naquela tarde ensolarada e perfumada de primavera, debaixo de um ipê amarelo, bem ao lado de um límpido lago, encontrei........
Aí a professora toca uma das crianças e ela dirá um número, retirando do baú a peça correspondente, continuando a história com o que lhe remete na lembrança, o objeto vindo do baú. A criança dará asas a sua imaginação para colocar o objeto ou o personagem sorteado na história, continuará contando um pedacinho, depois tocará outra criança e esta deverá dar seqüência com outro objeto. A história prossegue até todos os objetos e personagens forem usados ou até quando as crianças permanecerem interessadas.
Conclusões e Aplicações
Avaliação:
Ao final de cada módulo, professor e alunos farão suas observações e avaliações, oralmente. Terminando por desenharem o que sentiram com as atividades, o que mais gostaram, ou como gostaria______,
Bibliografia: BARRIE, J. M..Peter Pan e outras histórias. Rio de Janeiro, Gamma.
Histórias da Carochinha. São Paulo, Ática,1987,p.23-
Projeto Trabalhando com a música
Projeto Trabalhando com a música
1)escolha uma música que os alunos já saibam de cor (boi da cara preta, atirei o pau no gato, pai francisco...), escreva-a num cartaz e fixe-a num local onde todos os alunos possam visualizá-la. dê a todos a letra da música.
2)de início não fale do que se trata e deixe que eles explorem a letra da música fazendo suas deduções. após, leia junto com eles e permita que eles descubram a música. use um cd com a música e coloque no rádio para eles possam ouvir e cantar juntos. depois que todos já cantaram a música com o auxílio do cd, cante você com eles fazendo a leitura de ajuste no cartaz (lendo, acompanhando a letra da música com o dedo ou uma régua). ah, os alunos adoram quando vêem o(a) professor(a) participando da atividade com eles. os deixam bem próximos!!
3)depois que todos já sabem a música, peça para que eles encontrem determinadas palavras na letra da música e as circulem com cores diferentes (você também vai estar trabalhando cores!!). faça isso na folha deles e depois peça para alguns alunos acharem as mesmas e outras palavras no cartaz).
4)depois disso, você pode distribuir uma folha onde as últimas palavras de cada verso da música(substantivos) estejam faltando para que eles possam completar com as mesmas (sem o apoio da letra completa da música, senão eles não refletem sobre a leitura e escrita e vira apenas uma cópia!). auxilie os que encontrarem dificuldades!! (faça essa atividade primeiramente no coletivo para que eles compreendam, levando-os a refletir sobre a leitura e a escrita.)
5)outra atividade é pedir para que usem alfabeto móvel para escrever parte da música (um verso ou o nome da música). pode também fazer esta atividade utilizando as palavras embaralhadas de parte da música para que eles organizem.
6)divida a música em versos e embaralhe-os para que eles possam organizar os mesmos coletivamente. depois peça para que eles tentem fazer o mesmo em duplas ou sozinhos de acordo com o nível da turma ou de alguns alunos.
7)finalizando, peça para que eles reescrevam a música (em duplas produtivas de acordo com o nível de escrita ou individualmente). você também pode reescrevê-la juntamente com eles tornando-se o escriba de seus alunos, onde eles vão poder observar algumas questões peculiares da escrita (pontuação,que se escreve da esquerda para a direita, grafia de algumas palavras,quando acaba a linha continua-se a escrever na linha de baixo e a partir da esquerda em direção à direita...). mas nunca faça isso para que eles copiem!! isso não ajuda no processo de aquisição da língua escrita!!
deixe o cartaz à mostra na sala mesmo após o término do trabalho com aquela música no projeto para que os alunos tenham a oportunidade de sempre explorá-lo e o consultarem. dessa forma você estará contribuindo para a construção de um ambiente alfabetizador que será muito importante para a alfabetização de seus alunos!! mas lembre-se sempre de retirá-lo do campo visual dos seus alunos quando fizer uma atividade com a mesma música para que eles não copiem e sim arrisquem a escrita, pois o erro é importantíssimo na construção do conhecimento em busca dos acertos!!! se não tentar, ninguém aprende. o mesmo acontece conosco quando tentamos acertar na nossa prática pedagógica e na vida. se não tentarmos, nunca saberemos se dará certo ou não! e se errarmos, encontraremos formas para acharmos os acertos!
você pode buscar outras formas de explorar a letra de uma música!
e lembre-se de sempre auxiliar os seus alunos quando precisarem!! você é o mediador da aprendizagem deles!!
e também sempre faça a atividade no coletivo, com a participação de todos, para depois partir para o trabalho em dupla ou individual.
em dupla, os dois alunos trocam suas experiências onde um auxilia o outro e constroem juntos sua aprendizagem!!
1)escolha uma música que os alunos já saibam de cor (boi da cara preta, atirei o pau no gato, pai francisco...), escreva-a num cartaz e fixe-a num local onde todos os alunos possam visualizá-la. dê a todos a letra da música.
2)de início não fale do que se trata e deixe que eles explorem a letra da música fazendo suas deduções. após, leia junto com eles e permita que eles descubram a música. use um cd com a música e coloque no rádio para eles possam ouvir e cantar juntos. depois que todos já cantaram a música com o auxílio do cd, cante você com eles fazendo a leitura de ajuste no cartaz (lendo, acompanhando a letra da música com o dedo ou uma régua). ah, os alunos adoram quando vêem o(a) professor(a) participando da atividade com eles. os deixam bem próximos!!
3)depois que todos já sabem a música, peça para que eles encontrem determinadas palavras na letra da música e as circulem com cores diferentes (você também vai estar trabalhando cores!!). faça isso na folha deles e depois peça para alguns alunos acharem as mesmas e outras palavras no cartaz).
4)depois disso, você pode distribuir uma folha onde as últimas palavras de cada verso da música(substantivos) estejam faltando para que eles possam completar com as mesmas (sem o apoio da letra completa da música, senão eles não refletem sobre a leitura e escrita e vira apenas uma cópia!). auxilie os que encontrarem dificuldades!! (faça essa atividade primeiramente no coletivo para que eles compreendam, levando-os a refletir sobre a leitura e a escrita.)
5)outra atividade é pedir para que usem alfabeto móvel para escrever parte da música (um verso ou o nome da música). pode também fazer esta atividade utilizando as palavras embaralhadas de parte da música para que eles organizem.
6)divida a música em versos e embaralhe-os para que eles possam organizar os mesmos coletivamente. depois peça para que eles tentem fazer o mesmo em duplas ou sozinhos de acordo com o nível da turma ou de alguns alunos.
7)finalizando, peça para que eles reescrevam a música (em duplas produtivas de acordo com o nível de escrita ou individualmente). você também pode reescrevê-la juntamente com eles tornando-se o escriba de seus alunos, onde eles vão poder observar algumas questões peculiares da escrita (pontuação,que se escreve da esquerda para a direita, grafia de algumas palavras,quando acaba a linha continua-se a escrever na linha de baixo e a partir da esquerda em direção à direita...). mas nunca faça isso para que eles copiem!! isso não ajuda no processo de aquisição da língua escrita!!
deixe o cartaz à mostra na sala mesmo após o término do trabalho com aquela música no projeto para que os alunos tenham a oportunidade de sempre explorá-lo e o consultarem. dessa forma você estará contribuindo para a construção de um ambiente alfabetizador que será muito importante para a alfabetização de seus alunos!! mas lembre-se sempre de retirá-lo do campo visual dos seus alunos quando fizer uma atividade com a mesma música para que eles não copiem e sim arrisquem a escrita, pois o erro é importantíssimo na construção do conhecimento em busca dos acertos!!! se não tentar, ninguém aprende. o mesmo acontece conosco quando tentamos acertar na nossa prática pedagógica e na vida. se não tentarmos, nunca saberemos se dará certo ou não! e se errarmos, encontraremos formas para acharmos os acertos!
você pode buscar outras formas de explorar a letra de uma música!
e lembre-se de sempre auxiliar os seus alunos quando precisarem!! você é o mediador da aprendizagem deles!!
e também sempre faça a atividade no coletivo, com a participação de todos, para depois partir para o trabalho em dupla ou individual.
em dupla, os dois alunos trocam suas experiências onde um auxilia o outro e constroem juntos sua aprendizagem!!
Candido Portinari
Candido Portinari
Vida e obra de Cândido Portinari
Descrição:O Projeto visa ao conhecimento da vida e obra de Portinari, através do estudo de alguns trabalhos e de atividades de artes relacionadas a eles.
Objetivos:
1. Conhecer o artista e o contexto histórico de suas obras.
2. Despertar a curiosidade e o gosto pela arte.
3. Ampliar os conhecimentos gerais dos alunos.
4. Promover atividades artísticas baseadas nas obras estudadas
Sugestões de Atividades:
1. Apresentar aos alunos algumas telas do artista, perguntando se eles já viram alguma daquelas obras, se sabem quem pintou, quando foram feitas, que assuntos retratam etc.
2. Organizar os alunos em grupo para pesquisarem sobre o artista, via Internet ou utilizando material impresso, levantando dados biográficos.
3. Confeccionar cartazes com o material pesquisado para a sala ou mural da escola.
4. Propor aos alunos a seleção de algumas obras, classificando-as por temas: brincadeiras infantis, paisagens do interior, retratos, cenas de retirantes, trabalhadores rurais etc.
5. Organizar os alunos em grupos de modo que cada um se encarregue de estudar detalhadamente as obras classificadas pelos temas: perceber detalhes repetidos, cores mais usadas, elementos presentes em situações atuais ou que não se observam hoje em dia, ambientações específicas, tipos de traços etc.
6. Propor aos alunos a preparação de materiais lúdicos baseados nas obras estudadas: quebra-cabeças, jogo dos sete erros, olho vivo, palavras cruzadas, caça-palavras etc.
7. Enviar o material produzido para as escolas parceiras, registrar e trocar as impressões sobre os trabalhos apresentados.
8. Trabalhar as diferentes técnicas artísticas - desenho, pintura, colagem, escultura, maquete - fazendo releituras das obras estudadas ou trabalhos semelhantes aos do artista.
9. Organizar uma exposição virtual dos trabalhos de desenho, pintura e colagem, com a participação das escolas parceiras.
10. Organizar uma exposição de todos os trabalhos na própria escola, cuidando que cada um tenha o registro do processo.
11. Promover apresentações sobre o artista e sua obra para outras turmas da escola, aproveitando o material lúdico produzido.
Dicas para os professores:
1. Aproveite o teor social da maioria das obras de Portinari para fazer um painel histórico-geográfico, enfocando questões como a seca, condições de trabalho no campo, diferenças dos ambientes do campo e da cidade, brincadeiras antigas e modernas.
2. É de suma importância que os alunos registrem suas pesquisas e impressões sobre o trabalho, sob a forma de redações, textos coletivos, murais, pequenos textos explicativos. Incentive-os a procurar nos jornais e revistas as indicações de exposições e mostras de arte e até mesmo produzir um pequeno guia com sugestões de programas culturais.
3. É possível explorar de forma bastante rica as aulas de Educação Artística: experimente apresentar uma obra e pedir que os alunos reproduzam-na com outro material - lápis cera, aquarela, colagem etc. Outra atividade interessante é apresentar partes diferentes de uma mesma obra, coladas sobre folha branca e sugerir que os alunos as continuem.
4. Também é possível reproduzir uma obra de maneira tridimensional, através de maquetes ou esculturas.
Atividades Extras:
1. Assistir a vídeos sobre o artista.
2. Visitar museus ou mostras que apresentem obras do artista.
Informações Importantes: Portinari na Sala de Aula
Sobre o Tema:
"Daqui fiquei vendo melhor a minha terra (...). Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor..."
Candido Portinari, Paris, 12 de julho de 1930
Essa foi a decisão do artista, aos 25 anos de idade. Desde então, e até o fim de sua vida, dedicou-se a cumpri-la. Pintou crianças brincando as brincadeiras daqui, trabalhadores do café e da cana, retirantes, caboclos, expressões de religiosidade, fatos históricos. Foi reconhecido como gênio em uma geração repleta de gênios - Villa-Lobos, Mário de Andrade, Carlos Drummond - que mudou a maneira do Brasil se expressar. As 4.600 obras deixadas pelo artista formam um acervo único sobre o Brasil, disperso em coleções por mais de vinte países.
Adaptado do guia da exposição "O Brasil de Portinari".
O movimento modernista da pintura no Brasil, apontado pelos estudiosos como o período formativo da arte brasileira, estende-se entre as décadas de 10 e 50, e tem como marca o desejo de libertar-se da estética academicista herdada da arte do século XIX.
Foi o momento em que a arte brasileira experimentou um lento processo de modernização, que se desdobrou no meio cultural nas primeiras décadas do século XX e teve como expoentes Anita Malfatti,Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, Antonio Gomide, Victor Brecheret, John Graz, Cícero Dias, Di Cavalcanti e Cândido Portinari, entre outros.
Faixa Etária: Da pré-escola até o ensino fundamental, adequando o teor das atividades de pesquisa e registro
Interdisciplinaridade:
1. Artes Plásticas
2. História
3. Educação Musical
Sugestões de Leitura:
1. Encontro com Portinari - Rosane Acedo e Cecília Aranha - Coleção Encontro com a Arte Brasileira, Ed Minden
2. Portinari - Nadine Trzmielina e Ângela Bonito - Série Crianças Famosas, Ed Callis
3. Candido Portinari - Nereide Schilaro Santa Rosa - Coleção Mestres da Arte no Brasil, Ed Moderna
Material Necessário:
1. Laboratório de informática.
2. Scanner.
3. Material para desenho em papel.
4. Reproduções de obras do artista e material biográfico.
Vida e obra de Cândido Portinari
Descrição:O Projeto visa ao conhecimento da vida e obra de Portinari, através do estudo de alguns trabalhos e de atividades de artes relacionadas a eles.
Objetivos:
1. Conhecer o artista e o contexto histórico de suas obras.
2. Despertar a curiosidade e o gosto pela arte.
3. Ampliar os conhecimentos gerais dos alunos.
4. Promover atividades artísticas baseadas nas obras estudadas
Sugestões de Atividades:
1. Apresentar aos alunos algumas telas do artista, perguntando se eles já viram alguma daquelas obras, se sabem quem pintou, quando foram feitas, que assuntos retratam etc.
2. Organizar os alunos em grupo para pesquisarem sobre o artista, via Internet ou utilizando material impresso, levantando dados biográficos.
3. Confeccionar cartazes com o material pesquisado para a sala ou mural da escola.
4. Propor aos alunos a seleção de algumas obras, classificando-as por temas: brincadeiras infantis, paisagens do interior, retratos, cenas de retirantes, trabalhadores rurais etc.
5. Organizar os alunos em grupos de modo que cada um se encarregue de estudar detalhadamente as obras classificadas pelos temas: perceber detalhes repetidos, cores mais usadas, elementos presentes em situações atuais ou que não se observam hoje em dia, ambientações específicas, tipos de traços etc.
6. Propor aos alunos a preparação de materiais lúdicos baseados nas obras estudadas: quebra-cabeças, jogo dos sete erros, olho vivo, palavras cruzadas, caça-palavras etc.
7. Enviar o material produzido para as escolas parceiras, registrar e trocar as impressões sobre os trabalhos apresentados.
8. Trabalhar as diferentes técnicas artísticas - desenho, pintura, colagem, escultura, maquete - fazendo releituras das obras estudadas ou trabalhos semelhantes aos do artista.
9. Organizar uma exposição virtual dos trabalhos de desenho, pintura e colagem, com a participação das escolas parceiras.
10. Organizar uma exposição de todos os trabalhos na própria escola, cuidando que cada um tenha o registro do processo.
11. Promover apresentações sobre o artista e sua obra para outras turmas da escola, aproveitando o material lúdico produzido.
Dicas para os professores:
1. Aproveite o teor social da maioria das obras de Portinari para fazer um painel histórico-geográfico, enfocando questões como a seca, condições de trabalho no campo, diferenças dos ambientes do campo e da cidade, brincadeiras antigas e modernas.
2. É de suma importância que os alunos registrem suas pesquisas e impressões sobre o trabalho, sob a forma de redações, textos coletivos, murais, pequenos textos explicativos. Incentive-os a procurar nos jornais e revistas as indicações de exposições e mostras de arte e até mesmo produzir um pequeno guia com sugestões de programas culturais.
3. É possível explorar de forma bastante rica as aulas de Educação Artística: experimente apresentar uma obra e pedir que os alunos reproduzam-na com outro material - lápis cera, aquarela, colagem etc. Outra atividade interessante é apresentar partes diferentes de uma mesma obra, coladas sobre folha branca e sugerir que os alunos as continuem.
4. Também é possível reproduzir uma obra de maneira tridimensional, através de maquetes ou esculturas.
Atividades Extras:
1. Assistir a vídeos sobre o artista.
2. Visitar museus ou mostras que apresentem obras do artista.
Informações Importantes: Portinari na Sala de Aula
Sobre o Tema:
"Daqui fiquei vendo melhor a minha terra (...). Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor..."
Candido Portinari, Paris, 12 de julho de 1930
Essa foi a decisão do artista, aos 25 anos de idade. Desde então, e até o fim de sua vida, dedicou-se a cumpri-la. Pintou crianças brincando as brincadeiras daqui, trabalhadores do café e da cana, retirantes, caboclos, expressões de religiosidade, fatos históricos. Foi reconhecido como gênio em uma geração repleta de gênios - Villa-Lobos, Mário de Andrade, Carlos Drummond - que mudou a maneira do Brasil se expressar. As 4.600 obras deixadas pelo artista formam um acervo único sobre o Brasil, disperso em coleções por mais de vinte países.
Adaptado do guia da exposição "O Brasil de Portinari".
O movimento modernista da pintura no Brasil, apontado pelos estudiosos como o período formativo da arte brasileira, estende-se entre as décadas de 10 e 50, e tem como marca o desejo de libertar-se da estética academicista herdada da arte do século XIX.
Foi o momento em que a arte brasileira experimentou um lento processo de modernização, que se desdobrou no meio cultural nas primeiras décadas do século XX e teve como expoentes Anita Malfatti,Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, Antonio Gomide, Victor Brecheret, John Graz, Cícero Dias, Di Cavalcanti e Cândido Portinari, entre outros.
Faixa Etária: Da pré-escola até o ensino fundamental, adequando o teor das atividades de pesquisa e registro
Interdisciplinaridade:
1. Artes Plásticas
2. História
3. Educação Musical
Sugestões de Leitura:
1. Encontro com Portinari - Rosane Acedo e Cecília Aranha - Coleção Encontro com a Arte Brasileira, Ed Minden
2. Portinari - Nadine Trzmielina e Ângela Bonito - Série Crianças Famosas, Ed Callis
3. Candido Portinari - Nereide Schilaro Santa Rosa - Coleção Mestres da Arte no Brasil, Ed Moderna
Material Necessário:
1. Laboratório de informática.
2. Scanner.
3. Material para desenho em papel.
4. Reproduções de obras do artista e material biográfico.
PROJETO Super Heróis, Super Amigos
PROJETO
Turma: infantil
I-Tema: Super Heróis, Super Amigos
II-Justificativa:
Toda geração tem heróis e super heróis. Defensores do bem no mundo real
e na fantasia, esses personagens são importantes para o imaginário infantil.
Os super-heróis foram criados a partir de uma necessidade do homem de
imaginar que existe alguém que seja forte o suficiente para acabar com o mal
do mundo.
"No inconsciente de toda criança, os primeiros heróis são os pais. Elas
acreditam que eles são os mais fortes e bonitos. Essa necessidade de
encontrar um herói acontece porque a criança se sente importante, daí ela
procura um herói com o qual se identifique".
Muitas vezes a ficção parece ser bem mais interessante do que a vida
real. Afinal, nos desenhos animados, nos quadrinhos e nos filmes há muita
gente com poderes físicos especiais.
Nessa determinada fase da vida (três anos de idade), a criança
realmente acredita que os super heróis e os poderes de ficção existem. Isso
só será deixado de lado à medida que ela for crescendo e percebendo que a
realidade é diferente.
A identificação com super-heróis é muito comum, o poder de herói dá a
criança a coragem para lutar contra as dificuldades internas e externas.
III-Perfil do grupo:
Toda a criança tem um conhecimento sobre o assunto, todos os dias
elas levam histórias sobre os super heróis, nas brincadeiras do recreio, do
parquinho e até na rodinha, o assunto está presente.
IV-Objetivos:
Conceituais
_Identificar a primeira letra do nome de cada super herói;
_Reconhecer os nomes dos super heróis, através de jogos e brincadeiras;
_Reconhecer a quantidade de letras de cada nome;
_Identificar semelhanças e diferenças entre os personagens;
_Confrontar a realidade e a fantasia;
_Enumerar as músicas trabalhadas;
Procedimentais
_Identificar as características específicas de cada super herói;
_Descrever as funções de cada super herói;
_Registrar filmes e brincadeiras;
_Abordar conceitos do tipo: bem/mal; certo/errado...;
Atitudinais
_ Reconhecer a importância dos super heróis, como parte da imaginação;
_Desenvolver as habilidades de observar, comparar e classificar;
_Conhecer a história de cada personagem;
_Desenvolver a formação de hábitos e atitudes sociais e morais;
_Inventar músicas a partir dos super heróis trabalhados;
_Trabalhar o estreitamento de laços de amizade.
V-Janelas:
Linguagem oral e escrita, matemática, artes visuais, movimento, música,
natureza e sociedade.
VI - Etapas:
1) Apresentar na roda, as figuras dos super heróis que trabalharemos ao
longo do projeto, junto com os nomes.
2) Na roda, propor uma maneira de escolher o super herói que será o primeiro
a ser trabalhado, cada criança irá falar o que sabe do super herói, a partir
daí, montar uma história coletiva, registrar através de desenho.
3) Junto com as crianças inventar músicas para cada personagem. Antes disso,
combinar com as crianças qual o ritmo das músicas e as palavras que podemos
usar para rimar.
4) Registrar a cada momento, com desenhos, as músicas, colar as letras das
músicas
5) Escrita espontânea do nome dos super heróis, colar a figura do super
herói e pedir que a criança escreva o nome.
6) Para trabalhar matemática, colar o nome do personagem, pedir para as
crianças colarem bolinhas de papel, palitos de picolé ou tampinhas, em cada
letra do nome, fazer a contagem oral e registrar da maneira que a criança
quiser (números, bolinhas, tracinhos).)
7) Colar em uma folha, o nome do super herói, pedir que cada criança copie
este nome da maneira que ela conseguir.
8) Pesquisa: Pedir para que os pais de cada aluno façam um desenho do super
herói que eles mais gostavam quando eram crianças. As crianças irão expor as
pesquisas pela sala e apresentarão, fazendo uma comparação dos super heróis.
9) Confeccionar com as crianças os bonecões de meia calça e jornal,
fantasia-los com as roupas dos super heróis e expô-los pela sala de aula
(.super homem e Batman voando, homem aranha escalando a parede, etc.)
10) Ao final do estudo de todos os personagens, montar uma história em
quadrinhos individual, cada criança montará com os personagens que
escolherem.
11) Brincar com os quebra cabeças, jogar memória e bingo. Todos esses
materiais foram confeccionados pela professora e pelos alunos. Os materiais
foram recolhidos da Internet e materiais de festa de aniversário.
12) Passar filmes dos super heróis, conversar sobre as histórias e
registra-los com desenhos.
13) Receberemos a visita super herói super amigo Batman, onde ele conversará
com as
crianças sobre o respeito, a educação e a vida dele. As crianças farão
perguntas que irão
ser colhida durante todo o projeto.
14) Finalizar o projeto com um baile de fantasias, onde haverá a
participação de toda a escola.
VII-Avaliação:
Observar diariamente a participação e o desempenho dos alunos na
realização das tarefas.
Em outro momento, a avaliação acontece no grupo onde as crianças e a
professora se apóiem nos objetivos inicialmente levantados.
Registro de observações, impressões, fotos, documentos variados que
constatem resultados.
VII-Duração:
Turma: infantil
I-Tema: Super Heróis, Super Amigos
II-Justificativa:
Toda geração tem heróis e super heróis. Defensores do bem no mundo real
e na fantasia, esses personagens são importantes para o imaginário infantil.
Os super-heróis foram criados a partir de uma necessidade do homem de
imaginar que existe alguém que seja forte o suficiente para acabar com o mal
do mundo.
"No inconsciente de toda criança, os primeiros heróis são os pais. Elas
acreditam que eles são os mais fortes e bonitos. Essa necessidade de
encontrar um herói acontece porque a criança se sente importante, daí ela
procura um herói com o qual se identifique".
Muitas vezes a ficção parece ser bem mais interessante do que a vida
real. Afinal, nos desenhos animados, nos quadrinhos e nos filmes há muita
gente com poderes físicos especiais.
Nessa determinada fase da vida (três anos de idade), a criança
realmente acredita que os super heróis e os poderes de ficção existem. Isso
só será deixado de lado à medida que ela for crescendo e percebendo que a
realidade é diferente.
A identificação com super-heróis é muito comum, o poder de herói dá a
criança a coragem para lutar contra as dificuldades internas e externas.
III-Perfil do grupo:
Toda a criança tem um conhecimento sobre o assunto, todos os dias
elas levam histórias sobre os super heróis, nas brincadeiras do recreio, do
parquinho e até na rodinha, o assunto está presente.
IV-Objetivos:
Conceituais
_Identificar a primeira letra do nome de cada super herói;
_Reconhecer os nomes dos super heróis, através de jogos e brincadeiras;
_Reconhecer a quantidade de letras de cada nome;
_Identificar semelhanças e diferenças entre os personagens;
_Confrontar a realidade e a fantasia;
_Enumerar as músicas trabalhadas;
Procedimentais
_Identificar as características específicas de cada super herói;
_Descrever as funções de cada super herói;
_Registrar filmes e brincadeiras;
_Abordar conceitos do tipo: bem/mal; certo/errado...;
Atitudinais
_ Reconhecer a importância dos super heróis, como parte da imaginação;
_Desenvolver as habilidades de observar, comparar e classificar;
_Conhecer a história de cada personagem;
_Desenvolver a formação de hábitos e atitudes sociais e morais;
_Inventar músicas a partir dos super heróis trabalhados;
_Trabalhar o estreitamento de laços de amizade.
V-Janelas:
Linguagem oral e escrita, matemática, artes visuais, movimento, música,
natureza e sociedade.
VI - Etapas:
1) Apresentar na roda, as figuras dos super heróis que trabalharemos ao
longo do projeto, junto com os nomes.
2) Na roda, propor uma maneira de escolher o super herói que será o primeiro
a ser trabalhado, cada criança irá falar o que sabe do super herói, a partir
daí, montar uma história coletiva, registrar através de desenho.
3) Junto com as crianças inventar músicas para cada personagem. Antes disso,
combinar com as crianças qual o ritmo das músicas e as palavras que podemos
usar para rimar.
4) Registrar a cada momento, com desenhos, as músicas, colar as letras das
músicas
5) Escrita espontânea do nome dos super heróis, colar a figura do super
herói e pedir que a criança escreva o nome.
6) Para trabalhar matemática, colar o nome do personagem, pedir para as
crianças colarem bolinhas de papel, palitos de picolé ou tampinhas, em cada
letra do nome, fazer a contagem oral e registrar da maneira que a criança
quiser (números, bolinhas, tracinhos).)
7) Colar em uma folha, o nome do super herói, pedir que cada criança copie
este nome da maneira que ela conseguir.
8) Pesquisa: Pedir para que os pais de cada aluno façam um desenho do super
herói que eles mais gostavam quando eram crianças. As crianças irão expor as
pesquisas pela sala e apresentarão, fazendo uma comparação dos super heróis.
9) Confeccionar com as crianças os bonecões de meia calça e jornal,
fantasia-los com as roupas dos super heróis e expô-los pela sala de aula
(.super homem e Batman voando, homem aranha escalando a parede, etc.)
10) Ao final do estudo de todos os personagens, montar uma história em
quadrinhos individual, cada criança montará com os personagens que
escolherem.
11) Brincar com os quebra cabeças, jogar memória e bingo. Todos esses
materiais foram confeccionados pela professora e pelos alunos. Os materiais
foram recolhidos da Internet e materiais de festa de aniversário.
12) Passar filmes dos super heróis, conversar sobre as histórias e
registra-los com desenhos.
13) Receberemos a visita super herói super amigo Batman, onde ele conversará
com as
crianças sobre o respeito, a educação e a vida dele. As crianças farão
perguntas que irão
ser colhida durante todo o projeto.
14) Finalizar o projeto com um baile de fantasias, onde haverá a
participação de toda a escola.
VII-Avaliação:
Observar diariamente a participação e o desempenho dos alunos na
realização das tarefas.
Em outro momento, a avaliação acontece no grupo onde as crianças e a
professora se apóiem nos objetivos inicialmente levantados.
Registro de observações, impressões, fotos, documentos variados que
constatem resultados.
VII-Duração:
CASAS DIFERENTES
CASAS DIFERENTES
CONTAM
HISTÓRIAS DIFERENTES
.
OBJETIVOS
• Conhecer e respeitar os diferentes costumes das famílias, grupos e povos.
• Conhecer e identificar diferentes tipos de habitação.
• Compreender, dentro de um contexto histórico, como o homem interfere no ambiente e como é por ele influenciado.
• Organizar o espaço do nosso "Faz de Conta", de forma que atenda as expectativas dos dois grupos que o freqüentam (Jardim e Pré).
1. A HISTÓRIA QUE A NOSSA CASA CONTA
1.1 - Elaboramos um instrumento de pesquisa, que as crianças levaram para ser preenchido pelos pais. Neste eles colaram uma foto ou desenharam a sua casa e contaram um pouco da sua história.
• de que material é construída?
• como é o espaço físico?
• quem vive nesta casa?
• o que fazem as pessoas que moram na casa?
• porque escolheram esta casa e este lugar para morar?
• qual o ambiente da casa onde mais gostam de ficar?
• e muitas outros dados foram colocados pelos pais
Um dado que chamou bastante a atenção foi o fato de que 12 das 20 crianças tem a sua casa construída no terreno que os pais herdaram dos avós. No período em que os pais trabalham fora são geralmente os avós que cuidam das crianças.
1.2 - Lemos a história de cada casa, olhamos as fotos e desenhos e reunimos todas, montando um livro que ficou na biblioteca da nossa sala.
1.3 - Cada criança desenhou a sua casa num pequeno quadrado de papel e com eles montamos um gráfico representando o tipo de casas do nosso grupo. Analisamos o gráfico depois de montado e observamos que:
• 11 crianças moram em casa de tijolos
• 08 crianças em casa de madeira
• 01 criança mora num sobrado
• existem mais casas de tijolos que de madeira
• na verdade são 12 casa de tijolos, pois o sobrado também é de tijolos
• existem menos casa de madeira que de tijolos
• precisaríamos construir mais 3 casas de madeira para igualar às de tijolos
• se derrubarmos 3 casas de tijolos também vamos ter a mesma quantidade que as de madeira
1.4 - Construímos em grupos, com sucata, uma casa de madeira, uma de tijolos e um sobrado.
2. A HISTÓRIA QUE UM PRÉDIO DE APARTAMENTOS CONTA
Refletimos com as crianças sobre o fato de todas morarem em casas e com amplo terreno, árvores, pastos, lagos, cachoeiras, uma vez que residem numa zona rural. Conhecem muito pouco a forma como vivem as pessoas na zona urbana. Apenas uma delas já esteve num apartamento.
A curiosidade em saber a história que um apartamento conta nos levou a dar o passo seguinte no nosso projeto.
2.1 - Conversa com a diretora da escola para saber das possibilidades para irmos visitar um apartamento no centro da cidade.
2.2 - Definição do apartamento a ser visitado. (O de uma colega de faculdade da diretora e que estava estagiando em nossa escola) Escolhemos este apartamento por conhecermos o bom relacionamento que a sua proprietária tem com as crianças; por situar-se bem no centro da cidade (muitas crianças nunca tiveram a oportunidade de irem até o centro); por ser um prédio alto e com elevador.
2.3 - Estabelecemos com o grupo as normas a serem cumpridas durante a visita e de posse da autorização dos pais, estávamos prontos para essa aventura.
2.4 - Visita ao apartamento:
• Fomos recebidos pela proprietária e pelo zelador do condomínio
• Conhecemos os espaços comuns a todos os moradores (quadra de esporte, piscina, churrasqueira, jardim, salão de festas, hall de entrada)
• Na garagem chamou a atenção das crianças o fato de que cada morador ter um espaço delimitado para estacionar o seu carro e que é nesse espaço também que "penduram" as bicicletas dos filhos.
• Fomos ver onde é depositado o lixo para ser retirado pelo caminhão e a casa de abastecimento de gás. O tamanho dos botijões e o fato do gás estar armazenado tão distante do fogão surpreendeu as crianças.
• A subida até o apartamento utilizando o elevador foi um dos momentos de maior espanto.
• Observar a rua da sacada do apartamento tornou-se a diversão do momento.
• Curiosos observaram todas as dependências do apartamento com muita atenção.
• O espaço destinado para secar as roupas foi outro ítem que estranharam bastante.
• As crianças se sentiram a vontade, conversando com a proprietária do apartamento e com o zelador.
2.5 - No dia seguinte na nossa "Roda de Conversa" comentamos sobre a visita feita, comparamos com a maneira de viver das crianças que moram em apartamentos com a maneira de vida do nosso grupo. Refletimos sobre as colocações feitas pela proprietária do apartamento sobre a necessidade de todos os moradores terem um bom relacionamento, de seguirem as normas estabelecidas e de colaborarem para o bom funcionamento do condomínio.
2.6 - Produzimos um texto coletivo, como forma de registrar a visita. (Reprodução do texto abaixo)
"Fomos visitar o prédio onde fica o apartamento da Servanda. É um prédio grande e muito alto.
O apartamento da Servanda, a sala, a cozinha e a piscina são muito bonitos. As roupas lavadas são penduradas dentro do apartamento para secar.
Nesse prédio moram 50 famílias. Cada família mora num apartamento. Para cada apartamento existe um lugar na garagem para guardar o carro. As bicicletas são penduradas nas colunas da garagem.
Tem lugares que todas as famílias podem usar: Salão de festas, piscina, churrasqueira, parquinho, quadra e sala de jogos das crianças. Na garagem ficam os carrinhos do mercado que todos podem usar. As reformas são pagas por todos que moram lá.
O elevador é muito legal. Ele sobe e desce, levando as pessoas para os apartamentos.
O gás fica numa casinha lá embaixo, dentro de botijões bem grandes e vai para os apartamentos pelos canos. tem uma sala de máquinas para limpar a piscina e uma com os motores para fazer o elevador funcionar.
Foi muito legal conhecer um prédio de apartamentos e a servanda nos ajudou muito.
2.7 - Construímos com sucata um prédio de apartamentos, colando a fota de cada criança na janela do apartamento por ela escolhido.
2.8 - Refletimos matematicamente sobre o nosso prédio de apartamentos e fizemos diversas constatações:
• que nosso prédio tem 5 andares, sendo 4 com apartamentos e 1, térreo, para a garagem.
• que cada andar tem 6 apartamentos.
• que nos 4 andares com 6 apartamentos temos um total de 24 apartamentos.
• cada criança situou-se de acordo com a localização do seu apartamento. (1º, 2º, 3º ou 4º andar; quais são seus vizinhos da direita, da esquerda, de cima e de baixo).
3. A HISTÓRIA QUE A CASA DO ÍNDIO CONTA
Continuávamos desenvolvendo o nosso projeto e estávamos a procura de outras histórias contadas por outras casas. Como se aproximava o "Dia do Índio", resolvemos descobrir que história a sua casa nos contava.
3.1 - Pesquisamos em livros, revistas e fitas de vídeo um pouco sobre a vida do índigena brasileiro na época do descobrimento: as diversas tribos, seu espaço, seus costumes, sua forma de sobrevivência
3.2 - Construímos com sucata uma oca
3.3 - Discutimos a colonização do Brasil e a conseqüente modificação na forma de vida dos índios que tiveram contato com os brancos.
3.4 - Reproduzimos num painel a invasão das terras índigenas.
3.5 - Selecionamos recortes de jornais que falam sobre a situação atual do índio brasileiro, discutimos sobre a mesma e montamos um álbum.
3.6 - Produzimos um texto coletivo dando a nossa opinião sobre a história que a casa do índio nos contou. (Reprodução do texto abaixo)
"Os índios eram muito felizes quando viviam nas suas ocas lá na floresta.
Eles tinham lugar para caçar, pescar, plantar e brincar muito.
Os índios não devem ser muito felizes nos lugares que estão morando hoje.
Muitos moram nuns barracos sem água, sem luz, sem cama e sem muitas outras coisas que precisavam.
Eles não tem dinheiro pra comprar comida e roupa e não podem mais caçar e nem andar sem roupas.
As crianças não vão à escola e andam muito sujas.
Eles estão precisando de ajuda, pois nem conseguem um emprego pra poder comprar o que precisam."
4. OUTRAS CASAS TAMBÉM CONTAM HISTÓRIAS
Através da observação e da pesquisa em livros, revistas e fitas de vídeo, discutimos, desenhamos e escrevemos sobre outros tipos de habitação e sua relação com o espaço geográfico, clima e época:
• "FAFECKHAUS" (Construção de origem germânica e ainda presente nesta comunidade)
• PALAFITAS
• IGLUS
• AS CONTRUÇÕES NA CIDADE DE VENEZA
• O ESTILO CHINÊS
• AS CAVERNAS
A discussão sobre as cavernas como a primeira moradia do homem, nos levou a programar um novo projeto que satisfaça a curiosidade das crianças em saber de que forma aconteceu a evolução do homem desde os tempos primitivos até os dias de hoje.
5. A CASA DE VINÍCIUS DE MORAIS
• Ouvimos, cantamos e declamamos a música e letra da poesia "A casa " de Vinícius de Morais.
• Ilustramos as estrofes da poesia.
• Lemos (do nosso jeito) a poesia.
• Reescrevemos a poesia(do nosso jeito).
• Procuramos, no grande grupo, solução para os problemas encontrados na poesia.
• Elaboramos em equipes de 5 crianças um livro contendo as soluções escolhidas para cada problema.
(Um dos livros elaborados: "A CASA ENGRAÇADA" pode ser visto no espaço dos Pinóquios. Não deixe de dar uma olhada. Se quiser ver agora, clique no título da história).
Na foto ao lado: Jenifer lendo "do seu jeito"a poesia de Vinicius de Morais.
6. A HISTÓRIA QUE A NOSSA CASA "DE FAZ DE CONTA" CONTA.
Organizamos o nosso "Faz de Conta" e contamos nossa história através de um texto coletivo:
O Faz-de-conta é o lugar onde nossa turma do Pré mora de brincadeira.
De tarde quem mora nele é a turma do Jardim.
Nós estudamos muito sobre os lugares onde as pessoas moram e já sabemos que um lugar é diferente do outro e que as pessoas vivem de jeitos diferentes.
Como aqui no faz de conta moram muitas pessoas, nós organizamos as coisas combinando tudo entre nós e com a Nice que é a nossa professora.
A Nice vai combinar as mesmas coisas com a turma do Jardim, para não dar encrenca e nem bagunça.
Todo mundo vai cuidar muito bem do Faz-de-conta, para ele estar sempre legal.
CONTAM
HISTÓRIAS DIFERENTES
.
OBJETIVOS
• Conhecer e respeitar os diferentes costumes das famílias, grupos e povos.
• Conhecer e identificar diferentes tipos de habitação.
• Compreender, dentro de um contexto histórico, como o homem interfere no ambiente e como é por ele influenciado.
• Organizar o espaço do nosso "Faz de Conta", de forma que atenda as expectativas dos dois grupos que o freqüentam (Jardim e Pré).
1. A HISTÓRIA QUE A NOSSA CASA CONTA
1.1 - Elaboramos um instrumento de pesquisa, que as crianças levaram para ser preenchido pelos pais. Neste eles colaram uma foto ou desenharam a sua casa e contaram um pouco da sua história.
• de que material é construída?
• como é o espaço físico?
• quem vive nesta casa?
• o que fazem as pessoas que moram na casa?
• porque escolheram esta casa e este lugar para morar?
• qual o ambiente da casa onde mais gostam de ficar?
• e muitas outros dados foram colocados pelos pais
Um dado que chamou bastante a atenção foi o fato de que 12 das 20 crianças tem a sua casa construída no terreno que os pais herdaram dos avós. No período em que os pais trabalham fora são geralmente os avós que cuidam das crianças.
1.2 - Lemos a história de cada casa, olhamos as fotos e desenhos e reunimos todas, montando um livro que ficou na biblioteca da nossa sala.
1.3 - Cada criança desenhou a sua casa num pequeno quadrado de papel e com eles montamos um gráfico representando o tipo de casas do nosso grupo. Analisamos o gráfico depois de montado e observamos que:
• 11 crianças moram em casa de tijolos
• 08 crianças em casa de madeira
• 01 criança mora num sobrado
• existem mais casas de tijolos que de madeira
• na verdade são 12 casa de tijolos, pois o sobrado também é de tijolos
• existem menos casa de madeira que de tijolos
• precisaríamos construir mais 3 casas de madeira para igualar às de tijolos
• se derrubarmos 3 casas de tijolos também vamos ter a mesma quantidade que as de madeira
1.4 - Construímos em grupos, com sucata, uma casa de madeira, uma de tijolos e um sobrado.
2. A HISTÓRIA QUE UM PRÉDIO DE APARTAMENTOS CONTA
Refletimos com as crianças sobre o fato de todas morarem em casas e com amplo terreno, árvores, pastos, lagos, cachoeiras, uma vez que residem numa zona rural. Conhecem muito pouco a forma como vivem as pessoas na zona urbana. Apenas uma delas já esteve num apartamento.
A curiosidade em saber a história que um apartamento conta nos levou a dar o passo seguinte no nosso projeto.
2.1 - Conversa com a diretora da escola para saber das possibilidades para irmos visitar um apartamento no centro da cidade.
2.2 - Definição do apartamento a ser visitado. (O de uma colega de faculdade da diretora e que estava estagiando em nossa escola) Escolhemos este apartamento por conhecermos o bom relacionamento que a sua proprietária tem com as crianças; por situar-se bem no centro da cidade (muitas crianças nunca tiveram a oportunidade de irem até o centro); por ser um prédio alto e com elevador.
2.3 - Estabelecemos com o grupo as normas a serem cumpridas durante a visita e de posse da autorização dos pais, estávamos prontos para essa aventura.
2.4 - Visita ao apartamento:
• Fomos recebidos pela proprietária e pelo zelador do condomínio
• Conhecemos os espaços comuns a todos os moradores (quadra de esporte, piscina, churrasqueira, jardim, salão de festas, hall de entrada)
• Na garagem chamou a atenção das crianças o fato de que cada morador ter um espaço delimitado para estacionar o seu carro e que é nesse espaço também que "penduram" as bicicletas dos filhos.
• Fomos ver onde é depositado o lixo para ser retirado pelo caminhão e a casa de abastecimento de gás. O tamanho dos botijões e o fato do gás estar armazenado tão distante do fogão surpreendeu as crianças.
• A subida até o apartamento utilizando o elevador foi um dos momentos de maior espanto.
• Observar a rua da sacada do apartamento tornou-se a diversão do momento.
• Curiosos observaram todas as dependências do apartamento com muita atenção.
• O espaço destinado para secar as roupas foi outro ítem que estranharam bastante.
• As crianças se sentiram a vontade, conversando com a proprietária do apartamento e com o zelador.
2.5 - No dia seguinte na nossa "Roda de Conversa" comentamos sobre a visita feita, comparamos com a maneira de viver das crianças que moram em apartamentos com a maneira de vida do nosso grupo. Refletimos sobre as colocações feitas pela proprietária do apartamento sobre a necessidade de todos os moradores terem um bom relacionamento, de seguirem as normas estabelecidas e de colaborarem para o bom funcionamento do condomínio.
2.6 - Produzimos um texto coletivo, como forma de registrar a visita. (Reprodução do texto abaixo)
"Fomos visitar o prédio onde fica o apartamento da Servanda. É um prédio grande e muito alto.
O apartamento da Servanda, a sala, a cozinha e a piscina são muito bonitos. As roupas lavadas são penduradas dentro do apartamento para secar.
Nesse prédio moram 50 famílias. Cada família mora num apartamento. Para cada apartamento existe um lugar na garagem para guardar o carro. As bicicletas são penduradas nas colunas da garagem.
Tem lugares que todas as famílias podem usar: Salão de festas, piscina, churrasqueira, parquinho, quadra e sala de jogos das crianças. Na garagem ficam os carrinhos do mercado que todos podem usar. As reformas são pagas por todos que moram lá.
O elevador é muito legal. Ele sobe e desce, levando as pessoas para os apartamentos.
O gás fica numa casinha lá embaixo, dentro de botijões bem grandes e vai para os apartamentos pelos canos. tem uma sala de máquinas para limpar a piscina e uma com os motores para fazer o elevador funcionar.
Foi muito legal conhecer um prédio de apartamentos e a servanda nos ajudou muito.
2.7 - Construímos com sucata um prédio de apartamentos, colando a fota de cada criança na janela do apartamento por ela escolhido.
2.8 - Refletimos matematicamente sobre o nosso prédio de apartamentos e fizemos diversas constatações:
• que nosso prédio tem 5 andares, sendo 4 com apartamentos e 1, térreo, para a garagem.
• que cada andar tem 6 apartamentos.
• que nos 4 andares com 6 apartamentos temos um total de 24 apartamentos.
• cada criança situou-se de acordo com a localização do seu apartamento. (1º, 2º, 3º ou 4º andar; quais são seus vizinhos da direita, da esquerda, de cima e de baixo).
3. A HISTÓRIA QUE A CASA DO ÍNDIO CONTA
Continuávamos desenvolvendo o nosso projeto e estávamos a procura de outras histórias contadas por outras casas. Como se aproximava o "Dia do Índio", resolvemos descobrir que história a sua casa nos contava.
3.1 - Pesquisamos em livros, revistas e fitas de vídeo um pouco sobre a vida do índigena brasileiro na época do descobrimento: as diversas tribos, seu espaço, seus costumes, sua forma de sobrevivência
3.2 - Construímos com sucata uma oca
3.3 - Discutimos a colonização do Brasil e a conseqüente modificação na forma de vida dos índios que tiveram contato com os brancos.
3.4 - Reproduzimos num painel a invasão das terras índigenas.
3.5 - Selecionamos recortes de jornais que falam sobre a situação atual do índio brasileiro, discutimos sobre a mesma e montamos um álbum.
3.6 - Produzimos um texto coletivo dando a nossa opinião sobre a história que a casa do índio nos contou. (Reprodução do texto abaixo)
"Os índios eram muito felizes quando viviam nas suas ocas lá na floresta.
Eles tinham lugar para caçar, pescar, plantar e brincar muito.
Os índios não devem ser muito felizes nos lugares que estão morando hoje.
Muitos moram nuns barracos sem água, sem luz, sem cama e sem muitas outras coisas que precisavam.
Eles não tem dinheiro pra comprar comida e roupa e não podem mais caçar e nem andar sem roupas.
As crianças não vão à escola e andam muito sujas.
Eles estão precisando de ajuda, pois nem conseguem um emprego pra poder comprar o que precisam."
4. OUTRAS CASAS TAMBÉM CONTAM HISTÓRIAS
Através da observação e da pesquisa em livros, revistas e fitas de vídeo, discutimos, desenhamos e escrevemos sobre outros tipos de habitação e sua relação com o espaço geográfico, clima e época:
• "FAFECKHAUS" (Construção de origem germânica e ainda presente nesta comunidade)
• PALAFITAS
• IGLUS
• AS CONTRUÇÕES NA CIDADE DE VENEZA
• O ESTILO CHINÊS
• AS CAVERNAS
A discussão sobre as cavernas como a primeira moradia do homem, nos levou a programar um novo projeto que satisfaça a curiosidade das crianças em saber de que forma aconteceu a evolução do homem desde os tempos primitivos até os dias de hoje.
5. A CASA DE VINÍCIUS DE MORAIS
• Ouvimos, cantamos e declamamos a música e letra da poesia "A casa " de Vinícius de Morais.
• Ilustramos as estrofes da poesia.
• Lemos (do nosso jeito) a poesia.
• Reescrevemos a poesia(do nosso jeito).
• Procuramos, no grande grupo, solução para os problemas encontrados na poesia.
• Elaboramos em equipes de 5 crianças um livro contendo as soluções escolhidas para cada problema.
(Um dos livros elaborados: "A CASA ENGRAÇADA" pode ser visto no espaço dos Pinóquios. Não deixe de dar uma olhada. Se quiser ver agora, clique no título da história).
Na foto ao lado: Jenifer lendo "do seu jeito"a poesia de Vinicius de Morais.
6. A HISTÓRIA QUE A NOSSA CASA "DE FAZ DE CONTA" CONTA.
Organizamos o nosso "Faz de Conta" e contamos nossa história através de um texto coletivo:
O Faz-de-conta é o lugar onde nossa turma do Pré mora de brincadeira.
De tarde quem mora nele é a turma do Jardim.
Nós estudamos muito sobre os lugares onde as pessoas moram e já sabemos que um lugar é diferente do outro e que as pessoas vivem de jeitos diferentes.
Como aqui no faz de conta moram muitas pessoas, nós organizamos as coisas combinando tudo entre nós e com a Nice que é a nossa professora.
A Nice vai combinar as mesmas coisas com a turma do Jardim, para não dar encrenca e nem bagunça.
Todo mundo vai cuidar muito bem do Faz-de-conta, para ele estar sempre legal.
Cante, Brinque e Encante
Cante, Brinque e Encante
Justificativa:
Cantar é maravilhoso! "Quem canta seus males espanta". Todos gostam de brincadeiras. Essas cantigas são muito importantes, pois pertencem à tradição oral e são transmitidas de geração a geração. Entre na roda, na ciranda da brincadeira e divirta-se com a sua turma. Será super legal!
Objetivos:
• Pesquisar sobre as diferentes cantigas de roda que existem.
• Proporcionar a leitura e a escrita das canções.
• Ampliar o repertório musical e de outras brincadeiras de roda.
Metodologia:
• Recuperar com os pais, avós, amigos, vizinhos e em livros, cantigas de roda.
• Trabalhar com o grupo de alunos as cantigas
• Analisar as cantigas de roda
• Criar e inventar outras cantigas de roda.
Produção Final:
Organizar um pequeno livro com as cantigas de rodas com as letras e ilustradas pelas crianças.
O que pode ser trabalhado com este projeto?
• Significado das palavras
• Grafia das palavras
• Parlendas
• Trava-línguas
• Adivinhas
• Contos
• Confecção de cartazes com as músicas
• Instrumentos que revelam a interação com as outras culturas
• Jogos populares com sucatas
• Desenvolvimento da coordenação motora
• Noção de espaço
• Danças
• O contexto, os rituais, os costumes
Sugestões de Atividades:
• Elaborar textos coletivos com os alunos a partir das letras das cantigas.
• Dançar as cantigas com coreografia no pátio da escola.
• Criar outras cantigas de roda e ilustrá-las.
• Organizar um livro com as cantigas já conhecidas e as novas criadas pelos alunos.
• Fazer a revisão do que foi copiado no quadro - negro com os alunos.
• Montar o livro com a turma.
• Apresentar as músicas e as danças para os pais e colegas com o autografo do livro de cantigas.
Justificativa:
Cantar é maravilhoso! "Quem canta seus males espanta". Todos gostam de brincadeiras. Essas cantigas são muito importantes, pois pertencem à tradição oral e são transmitidas de geração a geração. Entre na roda, na ciranda da brincadeira e divirta-se com a sua turma. Será super legal!
Objetivos:
• Pesquisar sobre as diferentes cantigas de roda que existem.
• Proporcionar a leitura e a escrita das canções.
• Ampliar o repertório musical e de outras brincadeiras de roda.
Metodologia:
• Recuperar com os pais, avós, amigos, vizinhos e em livros, cantigas de roda.
• Trabalhar com o grupo de alunos as cantigas
• Analisar as cantigas de roda
• Criar e inventar outras cantigas de roda.
Produção Final:
Organizar um pequeno livro com as cantigas de rodas com as letras e ilustradas pelas crianças.
O que pode ser trabalhado com este projeto?
• Significado das palavras
• Grafia das palavras
• Parlendas
• Trava-línguas
• Adivinhas
• Contos
• Confecção de cartazes com as músicas
• Instrumentos que revelam a interação com as outras culturas
• Jogos populares com sucatas
• Desenvolvimento da coordenação motora
• Noção de espaço
• Danças
• O contexto, os rituais, os costumes
Sugestões de Atividades:
• Elaborar textos coletivos com os alunos a partir das letras das cantigas.
• Dançar as cantigas com coreografia no pátio da escola.
• Criar outras cantigas de roda e ilustrá-las.
• Organizar um livro com as cantigas já conhecidas e as novas criadas pelos alunos.
• Fazer a revisão do que foi copiado no quadro - negro com os alunos.
• Montar o livro com a turma.
• Apresentar as músicas e as danças para os pais e colegas com o autografo do livro de cantigas.
PROJETO: APRENDER BRINCANDO
PROJETO: APRENDER BRINCANDO
TEMPO PREVISTO: UM SEMESTRE.
Justificativa: A partir de uma observação direta entre os alunos, percebi a necessidade de desenvolver um projeto a fim de proporcionar o aprendizado do manuseio da tesoura de maneira prazerosa; para isto escolhi trabalhar com a apreciação de obras de artes de Henri Matisse.
Objetivos:-
Produzir trabalhos de artes, utilizando a linguagem da pintura, do recorte e da colagem, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação.
Didático: Utilizar as obras de Matisse para enriquecer o percurso criador das crianças em relação ao fazer e ao apreciar.
Específicos: Habilidade no manuseio da tesoura e a criação de desenhos através do recorte e colagem.
Conteúdo:-
• Explorar e aprofundar o uso adequado da tesoura.
• Exploração de alguns procedimentos para recortar.
Etapas previstas:-
• Conversar com as crianças sobre a possibilidade de se criar desenhos usando somente o recorte e a colagem.
• Apreciação de obras de Matisse (recorte e colagem).
• Oferecer tesouras, papel e cola para a elaboração de trabalhos.
• Propor recorte e colagem criando desenhos ou cenas (uma vez por semana).
• Espalhar pela sala reproduções de matisse para que as crianças tenham boas imagens.
• Propor a reprodução de uma obra de Matisse através da observação.
Produto final:
Confeccionar um álbum com as produções realizadas pelas crianças durante a evolução do projeto e também exposição de alguns trabalhos coletivos.
TEMPO PREVISTO: UM SEMESTRE.
Justificativa: A partir de uma observação direta entre os alunos, percebi a necessidade de desenvolver um projeto a fim de proporcionar o aprendizado do manuseio da tesoura de maneira prazerosa; para isto escolhi trabalhar com a apreciação de obras de artes de Henri Matisse.
Objetivos:-
Produzir trabalhos de artes, utilizando a linguagem da pintura, do recorte e da colagem, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação.
Didático: Utilizar as obras de Matisse para enriquecer o percurso criador das crianças em relação ao fazer e ao apreciar.
Específicos: Habilidade no manuseio da tesoura e a criação de desenhos através do recorte e colagem.
Conteúdo:-
• Explorar e aprofundar o uso adequado da tesoura.
• Exploração de alguns procedimentos para recortar.
Etapas previstas:-
• Conversar com as crianças sobre a possibilidade de se criar desenhos usando somente o recorte e a colagem.
• Apreciação de obras de Matisse (recorte e colagem).
• Oferecer tesouras, papel e cola para a elaboração de trabalhos.
• Propor recorte e colagem criando desenhos ou cenas (uma vez por semana).
• Espalhar pela sala reproduções de matisse para que as crianças tenham boas imagens.
• Propor a reprodução de uma obra de Matisse através da observação.
Produto final:
Confeccionar um álbum com as produções realizadas pelas crianças durante a evolução do projeto e também exposição de alguns trabalhos coletivos.
Freud
“Só poderá ser pedagogo quem se encontre capacitado para infundir-se na alma infantil, e nós outros, os adultos, não compreendemos nossa própria infância”.S.Freud
Assinar:
Postagens (Atom)














